sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Procrastinação e Redes Sociais - Como Evitar
Olá amigos concurseiros da área policial.
Hoje vamos falar de um tema que afeta muito todas as pessoas no mundo de forma generalizada, sejam elas concurseiras ou não: a distração e a perda de produtividade ocasionadas pelo uso excessivo de redes sociais.
O grande detalhe sobre esse problema é que muitas vezes as pessoas nem mesmo se dão conta de que isso é mesmo um problema. É algo realmente difícil de perceber, por duas razões.
Primeiro, porque as pessoas acabam se divertindo quando estão navegando, e por consequência se distraindo quando estão nessas redes, e então existe a sensação de que o tempo passa muito rápido (perde-se a noção do tempo total exato que foi desperdiçado).
Segundo, porque geralmente esses acessos acontecem muitas e muitas vezes ao longo do dia, e daí mesmo que cada acesso seja relativamente “rápido”, no somatório total do dia acabam sendo até algumas horas, dependendo do caso. Ou até mais.
Eu passei por esta situação em 2012, quando comecei a estudar para o concurso da Polícia Federal. Na época, a rede que mais “bombava” era o Facebook, e eu acessava muitas vezes por dia, algo em torno de 2 vezes por hora, ou até mais, e cada vez que acessava, ficava uns 5-10 minutos.
Imagine a quantidade de tempo de estudo que eu perdi por causa disso!
No meu caso, especificamente, como eu tinha muitas horas livres por dia pra estudar (pois não trabalhava, apenas me dedicava aos estudos), acabava por relaxar um pouco mais com relação a isso.
E de fato não percebia que isso era um problema pra mim, até que um amigo meu, que sabia que eu estava estudando para o concurso da PF, me alertou: “cara, você passa O DIA INTEIRO no facebook... vejo você postando e comentando coisas aleatórias, um monte de besteira o dia inteiro, e isso não agrega nenhum valor pra você. Isso deve estar te atrapalhando muito nos estudos. Assim você nunca vai passar!”.
Quando ouvi isso, minha primeira e instintiva reação foi de discordar, e pensei comigo mesmo “Nãoooo, claro que não, ele está viajando! Eu quase não uso o Facebook”.
Mas depois de um tempo comecei a refletir sobre isso, e caí na real: eu estava perdendo HORAS (no plural mesmo) por dia, diretamente pelo ralo. Numa semana, isso daria um ou dois dias brutos de estudo. É muito tempo desperdiçado, jogado no lixo.
O uso do Facebook não estava acrescentando nada de útil para meu objetivo, que era passar no concurso da PF. Hoje em dia, olhando de fora, com muito mais experiência de concurseiro e também com experiência de Coach, e com olhar muito mais crítico, vejo que usar o Facebook era uma forma de FUGA dos estudos, e um caso agudo de PROCRASTINAÇÃO, um problema seríssimo que afeta muitas pessoas.
Fazendo um parênteses aqui sobre PROCRASTINAÇÃO, pra quem não sabe o que significa, recomendo fortemente este excelente vídeo, que mostra, de forma divertida, como o problema se manifesta na maioria das pessoas: https://www.ted.com/talks/tim_urban_inside_the_mind_of_a_master_procrastinator?language=pt-br
Estudar cansa, dá trabalho. E tem coisas muito mais divertidas e agradáveis para o nosso cérebro do que ficar lendo, fazendo esforço para entender, fazendo esforço para memorizar, fazendo questão, correndo atrás das matérias. Meu cérebro, preguiçoso, me levava, várias vezes por hora, a sair do estudo e buscar a diversão. Procrastinação puríssima.
A primeira parte do ciclo de resolução de um problema é enxerga-lo, ter consciência sobre ele, depois, aceita-lo. Foram essas coisas que aconteceram comigo. Um amigo me alertou sobre o problema, eu enxerguei, tomei consciência sobre sua possível existência de fato, o analisei, refleti sobre ele, e depois, aceitei que realmente havia um problema. Daí então, comecei a buscar formas de resolvê-lo.
Inclusive existem diversas doutrinas diferentes sobre “resolução de problemas” (ou “problem solving”, em inglês). Uma delas diz que as etapas para a solução de um problema são:
- Definir o problema (Defining the problem)
- Criar alternativas (Generating alternatives)
- Analisar e selecionar alternativas (Evaluating and selecting alternatives)
- Implementar as soluções escolhidas (Implementing solutions)
Fonte: https://www.mindtools.com/pages/article/newTMC_00.htm
Mas como estamos tratando de análise do problema no âmbito pessoal, nenhuma formalidade excessiva é necessária. Não há motivos para coletar dados para provar que um problema existe, basta acreditar que ele realmente existe.
Mas, se você ainda tem dúvidas sobre a existência ou não de um problema deste tipo que estamos tratando aqui, um grande amigo, e também Coach, me indicou um site que contém uma matéria sobre o assunto. Trata-se de um aplicativo que mede o tempo que você gasta operando o celular, e te mostra quanto tempo você fica no Whatsapp, no Facebook, no Instagram, etc.
Eu não cheguei a instalar e testar, mas foi um aplicativo muito bem recomendado, então, se for do seu interesse, e ainda tiver dúvidas se perde ou não muito tempo por dia em redes sociais, sugiro que tente instalar e utilizar tal recurso, e fazer a medição do tempo na ponta do lápis. Link: https://www.google.com.br/amp/s/catracalivre.com.br/geral/dica-digital/indicacao/quer-saber-quanto-tempo-voce-fica-no-celular-um-app-te-mostra/amp/
Vamos falar agora então sobre a seleção de opções.
Na época do meu problema, na tentativa de arrumar a solução ideal para minimizar o tempo jogado fora nas redes sociais, busquei por eventuais mecanismos automatizados que me impedissem de acessar essas redes, mesmo que eu tivesse vontade de fazê-lo. Ou seja, a solução estaria em tirar das minhas mãos o controle de acesso a essas redes.
Haveria várias formas de fazer isso, umas viáveis, outras não tanto. Lembrando que o acesso poderia ocorrer tanto pelo celular quanto pelo PC, então a solução, ou o conjunto de soluções, deveria contemplar estes dois modais.
As soluções inicialmente elencadas foram:
1) Desabilitar completamente a internet de casa, ao estudar;
2) Sair de casa para estudar num lugar sem internet;
3) Desligar o celular enquanto estudava;
4) Instalar um software no PC para controlar o acesso às redes sociais;
5) Utilizar um computador sem possibilidade de acesso à internet, para estudar;
6) Deletar suas contas de todas as redes sociais.
Todas as soluções ofereceriam vantagens e desvantagens, e portanto comecei a avaliar uma por uma, para saber qual seria a mais interessante.
1) Desabilitar completamente a internet de casa, ao estudar: isso geraria impactos para toda a minha família, que também fazia uso da rede, e portanto seria uma solução inviável.
2) Sair de casa para estudar num lugar sem internet: seria uma opção viável até certo ponto, porém muitas das técnicas de estudo que eu utilizava eram baseadas em vídeo aulas, acesso a arquivos de resumo que estavam na nuvem, e também utilização de sites para resolução de questões.
3) Desligar o celular enquanto estudava: essa solução era a mais interessante de todas, porque todo meu material de estudo estava acessível pelo PC. E era no celular onde apareciam as principais “tentações”, como Facebook e Whatsapp, inclusive com aquelas inconvenientes e barulhentas notificações, que tiram a concentração de qualquer concurseiro.
4) Instalar um software no PC para controlar o acesso às redes sociais: uma amiga minha comprou esse aplicativo e instalou, mas parece que deixa o computador lento demais, por algum motivo que desconheço. Neste aplicativo você configura o acesso ao Facebook, por exemplo, para ser liberado apenas em determinadas faixas de horário, impedindo o acesso a esta rede fora dos horários pré-determinados.
5) Utilizar um computador sem possibilidade de acesso à internet, para estudar: esta também acabou sendo uma opção ruim, porque como falei antes, minha estratégia de estudo era baseada em muita coisa online, na nuvem, etc, então não faria sentido usar um PC pra estudar que estivesse totalmente impossibilitado de acessar a internet.
6) Deletar suas contas de todas as redes sociais: esta solução seria a mais eficaz, porém a mais dolorosa, porque hoje em dia quase todo fluxo de informações e grande parte do contato que temos com amigos e parentes é através delas. Meu objetivo seria diminuir drasticamente o uso de redes sociais, mas não eliminar por completo. Então, no caso, essa solução seria eficaz, porém radical demais, e não quis implementá-la.
Pensando em tudo isso, qual foi a solução que adotei?
Na verdade foram duas as soluções implementadas, que agindo em conjunto, me serviriam a contento. Meu problema restava no celular e também no PC, então eu teria que aplicar uma solução (ou um conjunto de soluções, no caso), que atendessem os dois modais.
Para resolver o problema relativo ao celular, não tinha jeito, eu teria que deixar desligado mesmo, durante todo o tempo do estudo. E isso não atrapalhava em absolutamente nada minha vida social, porque não havia nada extremamente urgente que precisasse ser comunicado via celular. Eu tinha telefone fixo em casa, e todas as pessoas importantes na minha vida sabiam disso e tinham acesso a ele. Essa solução foi implementada de imediato, e funcionou muito bem.
Para o PC, o problema seria mais complexo de resolver, porque eu usava o PC para estudar, e tinha que usar a internet para acessar vídeo-aulas, conteúdos na nuvem, fazer pesquisas, acessar o site do planalto para consultar leis, e acessar também o site de questões de concurso. Então, não teria como implementar a solução de desabilitar a internet.
O programinha que bloqueia o acesso ao Facebook fora dos horários pré-estabelecidos também não seria legal, pois além de custar dinheiro, deixaria o PC lento.
Fiquei sem solução viável para o PC. Foi daí que tive a ideia de criar uma solução híbrida. Acabei criando uma forma de bloquear meu acesso somente ao Facebook, sem impossibilitar meu acesso à internet, como um todo.
Vou descrever a implementação da solução logo abaixo, e recomendo fortemente a todos que têm esse problema manifestado de forma aguda. Vamos a ela.
Este método faz com que você tenha acesso mais limitado à sua conta, com a frequência de acesso determinada por você, previamente, e NÃO requer que você apague sua conta inteira, o que seria inconveniente, pois assim como eu, você quer manter o contato com amigos e parentes, pelo menos de vez em quando, mas de uma forma que não tome tanto o seu tempo útil.
Ao final desse processo, você vai notar que o Facebook não faz tanta falta assim na sua vida (não a toda hora, tomando seu tempo, sugando a sua produtividade, etc), e que o uso intenso é apenas uma fruto de uma compulsão, ou de uma necessidade interna de PROCRASTINAR.
Quando começar a acessar só uma vez por semana (é o período que eu usava durante a época de concurso, e acho ideal para concurseiros), e se acostumar com isso, vai ver QUANTO TEMPO você simplesmente desperdiçava, jogava no lixo, que poderia usar pra coisas muito mais úteis.
Olhando assim de primeira, parece um procedimento longo de fazer, com 5 passos, mas depois que você se acostumar, não leva nem 1 minuto pra fazer a redefinição da senha e a programação do envio no futuro. Você vai ver.
Bom, vamos então ao passo a passo pra restringir o acesso à sua conta e ter muito mais tempo disponível para ESTUDAR.
1) Remova seu email e seu celular cadastrados no Facebook para a recuperação de senha (essa parte é opcional e ARRISCADA. Fica a critério de cada um fazer isso OU NÃO, pois caso faça alguma besteira durante esse procedimento, não terá como recuperar sua conta NUNCA MAIS). Uma outra opção seria cadastrar como email de recuperação o email de um familiar de confiança, como seu irmão, seus pais, etc., e você tem que falar pra essa pessoa pra não te dar acesso ao email DE FORMA ALGUMA (senão nada disso aqui funciona). Esse email de recuperação deve ser usado só em caso extremo, se você fizer alguma besteira e não conseguir mais acessar sua conta;
2) Crie uma senha nova aleatória no site https://strongpasswordgenerator.com/ (ou similar). Recomendo criar com 15 caracteres, e sem caracteres especiais;
3) Mude a sua senha do Facebook da ATUAL para a NOVA SENHA que você acabou de gerar no site do item 2. E pra não ter ERRO de digitação, copie e cole a senha (ao invés de digitar "no olho");
4) Cadastre-se no site http://www.lettermelater.com/, e envie (usando a opção "compose") para seu próprio email (o seu email mesmo, o que você normalmente usa e tem acesso livre), numa data futura que você vai escolher (digamos, daqui a uma semana), a senha que você gerou no site do item 2 (também copiando e colando!). Lembre-se de clicar em "More Options" e depois "Hide" --> assim você não poderá ver o conteúdo desse email (e consequentemente, a senha) antes de ele ser enviado na data estipulada (no caso de uma "recaída").
5) Faça logout no Facebook, lembrando de clicar na opção em que o Facebook te desconecta de todos os dispositivos conectados ainda com a senha antiga (ex: outros computadores e o seu celular). E apague a senha nova da área de transferência (basta copiar e colar um texto qualquer).
Feito tudo isso, você mudou a senha do seu Facebook pra uma senha que você não conhece (porque a senha gerada pelo site do item 2 é bem complicada, impossível de decorar só olhando uma vez), e nem tem acesso a ela antes da data que você programou pra ela ser enviada automaticamente pro seu email. Ou seja, mesmo que você queira usar o Facebook, não vai conseguir, porque você não tem mais a senha, até que o email chegue.
Ao acessar o Facebook daqui a uma semana, procure ser breve (eu costumo utilizar por 45 minutos apenas): responda as mensagens que recebeu, dê uma navegadinha ("de leve"), mas não fique mais de 1 hora.
Quando terminar de usar, repita o procedimento desde o passo 2, para bloquear o acesso novamente até a próxima semana.
IMPORTANTE: use esse método por sua conta e risco. Antes de fazer esse procedimento, faça um teste antes, tanto com o site de geração de senha quanto o de envio de emails, para se certificar de que aprendeu a utilizá-los corretamente!! Se tiver alguma dúvida, deixe um comentário, que responderei com prazer.
Para fechar o assunto, uma última dica. Se você acessa muito o Facebook para ler conteúdos sobre o próprio concurso, ou buscar materiais de estudo, tirar dúvidas, etc, e acha que a falta deste acesso vai mais prejudicar do que ajudar, tenho uma sugestão adicional: crie uma conta no Facebook apenas para fins de concurso. Coloque uma foto que não tem nada a ver com você. Utilize um nome que não o identifique. Não adicione nenhum amigo real nesta conta, apenas pessoas que têm o mesmo objetivo que você (estudar para concurso). Utilize esta conta com muito controle, cautela e parcimônia. Se perceber que está perdendo muito tempo navegando, ou está utilizando esta conta para procrastinar, deixe de utilizá-la, ou aplique o controle de acesso a esta conta também.
Espero que tenha curtido essa postagem. Se tiver dúvidas ou comentários, deixe uma mensagem pra gente. Bons estudos! OSS!
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Dicas de como fazer um bom simulado - Um Guia Completo - Parte 5
Olá Concurseiros da área Policial.
Parece que vem mesmo concurso pra Escrivão e/ou Agente da Polícia Federal em 2017. Hora de pisar fundo no acelerador!
E dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, continuaremos a falar sobre a prática de simulados da prova escrita, com dicas e técnicas que vão te fazer extrair o seu maior potencial dessa importante ferramenta.
Hoje, apresentaremos a PARTE 5 desta série. Esperamos que curtam o assunto, e caso tenham dúvidas ou comentários, deixem uma mensagem pra gente.
Hoje falaremos sobre o tema "Que nota esperar"
O resultado que você deve esperar dos seus simulados vai depender muito do tempo de estudo que você já tem “nas costas”, ou seja, da sua bagagem como concurseiro.
É bem possível que, se você estuda há pouquíssimo tempo, mas já faz simulados, que fique com uma nota em torno de ZERO pontos líquidos (ou algo variando entre -10 e +10).
Se você acha isso pouco, ou acha um absurdo alguém tirar uma nota “tão baixa”, escute essa: caso você não saiba, se você pegar uma prova do tipo CESPE do tipo Certo/Errado com 120 questões, naquele esquema em que uma questão errada anula uma certa, e CHUTAR todas as questões aleatoriamente, a probabilidade da sua nota ficar entre -32 e +32 é de 99,76%, ou seja, quase 100%.
Ou seja, por exclusão, a probabilidade de você chutar todas as questões aleatoriamente e conseguir tirar mais de 32 pontos é de 0,12% (uma chance a cada 817).
Pra conseguir tirar mais de 40 pontos líquidos chutando todas as questões a probabilidade cai para 0,0079% (uma chance em 12.655).
Se considerarmos que nas últimas provas da PF tivemos um total em cada uma delas de aproximadamente 80 mil inscritos, se todos os candidatos chutassem todas as questões, apenas 6 deles tirariam nota superior a 40.
E essa probabilidade vai caindo exponencialmente conforme você vai aumentando a pontuação, o que faz com que a chance de alguém tirar mais de 50 pontos numa prova CESPE da Polícia Federal chutando todas as questões ao acaso é um número muito pequeno, muito próximo de ZERO.
E como geralmente (ultimamente) a nota de corte de uma prova da PF fica em algo em torno de 70 pontos líquidos (não estou considerando aqui Agente ou Escrivão, estou falando genericamente), a probabilidade de você conseguir tirar “na sorte” (chutando todas as questões) uma nota superior a esta é um número tão pequeno que meu cálculo feito no MS Excel gerou um valor realmente tão próximo de 0 (ZERO), que o valor retornado arredondou a zero, ou seja, é ZERO mesmo.
Ou seja, é impossível passar na prova da PF chutando todas as questões da prova.
Isso se dá pela característica “uma errada anula uma certa”, e pela consequente distribuição probabilística (distribuição normal) dos resultados em torno da nota líquida ZERO.
Mas enfim, não sei se você está entendendo essa matemática toda, mas a mensagem que eu queria passar é: que tanto probabilisticamente quanto conscientemente, a dificuldade de tirar uma nota cada vez mais alta vai crescendo exponencialmente, de maneira que evoluir de 10 pontos líquidos para 20 pontos líquidos é muito mais fácil do que subir de 20 pontos líquidos para 30 pontos líquidos. Por consequência, aumentar sua nota de 20 pontos líquidos para 30 pontos líquidos é muito mais fácil do que aumentar de 30 pontos líquidos para 40 pontos líquidos... E por aí vai.
Isso significa que se você tirou ZERO pontos líquidos no seu primeiro simulado da vida, essa não chega a ser uma nota tão ruim, sobretudo se estiver começando a estudar agora.
Você verá que em alguns meses de estudo provavelmente conseguirá subir a nota de ZERO para 10 pontos líquidos positivos com alguns pequenos ajustes na maneira de fazer a prova e com um pouco mais de bagagem de estudo. Só que depois disso, para subir de 10 pontos líquidos para 20 pontos líquidos ficará um pouco mais difícil (pois cada ponto extra mais acima da escala é mais difícil de obter). E para subir mais 10 pontos líquidos, ou seja, de 20 pontos líquidos para 30 pontos líquidos, também será bem mais difícil do que obter os 10 pontos adicionais anteriores... Acho que você entendeu a ideia!
A maioria dos concurseiros que estudam para a Polícia Federal conseguem obter 30-40 pontos líquidos nos simulados aproximadamente nos 6 primeiros meses de estudo (claro que isso vai depender muito da intensidade do seu estudo, da quantidade de horas que se dedica, do rendimento do seu estudo, da forma como estuda, etc). Mas depois, para sair desse patamar, e subir mais a nota, cada ponto extra depende de um tempo muito maior de estudo que antes.
Eu mesmo quando prestei concurso pra PF fiz a prova de Agente de Polícia Federal de 2012 e tinha apenas 3 meses de estudo, e fiz 51 pontos. Na época pensei: “caramba, que nota alta, fiquei muito próximo da nota de corte, só uns 15 pontos” (na verdade eu não me lembro agora qual foi a nota de corte mas deve ter sido algo entre 60 e 70 pontos).
Mas veja que falácia, eu tinha tirado 51 pontos, e estava a cerca de 15 pontos da nota de corte, só que nesses 15 pontos, que eu achava que eram pouquíssimos, estavam talvez dezenas de milhares de pessoas na minha frente.
E para obter esses 15 pontos líquidos adicionais não bastariam mais 3 meses de estudo, porque esses 15 pontos extras sempre são muito mais “suados” dos que os 51 primeiros que eu já tinha obtido... ou seja, o chamado “ganho marginal” que você obtém nas notas dos simulados ao longo do tempo vai decaindo ao longo do tempo.
Se eu tinha conseguido obter 51 pontos líquidos numa prova CESPE da PF com apenas 3 meses de estudo, precisaria de pelo menos mais 1 ano (veja, isso dá 4 vezes o tempo) para obter essa pontuação adicional que me faria estar dentro das vagas.
Então, quando você pensar “que nota eu almejo tirar” quando for fazer um simulado, leve em consideração o tempo que você já tem de estudo e a experiência que você já tem em simulados (leia-se: a quantidade de simulados que você já fez e a quantidade de vezes que já aplicou as técnicas de melhoria contínua para fazer cada vez mais um simulado melhor -- veja as postagens anteriores da série, sobre o tema).
Se estiver bem no início da sua jornada de simulados, sua pontuação líquida vai oscilar entre -10 e +10 mais ou menos. Com um pouco mais de tempo de estudo e experiência em simulados, digamos, 6 meses, objetive atingir uma pontuação líquida entre 20 e 40. Em torno de um ano de estudo e simulados, sua pontuação já poderá estar beirando 50 a 60 pontos líquidos.
E após isso? “Só Deus sabe”, pois dependerá muito da aplicação das suas técnicas de qualidade e melhoria contínua, pois como falei anteriormente, os pontos mais altos são muito mais difíceis de serem obtidos que os pontos mais baixos.
Um concurseiro já bem cascudo e experiente consegue tirar entre 70 e 80 pontos líquidos num simulado. Mas agora aprenda o mais importante de tudo: uma única nota de simulado é apenas um ponto isolado da curva. O que você deve fazer: anotar a pontuação líquida de TODOS os simulados que fizer, desde o primeiro deles, e ir fazendo um gráfico com essas notas.
O que você vai notar é que sua nota sempre oscila para cima e para baixo, simulado após simulado. Ninguém consegue melhorar a nota SEMPRE, ou seja, tirar sempre uma nota melhor no simulado seguinte que faz.
Por que isso? Tem dias que estamos mal, tem dias que o simulado vem mais difícil que o outro, e tem dia que cai no simulado uma matéria que a gente não estudou ainda ou não revisou muito bem. Isso faz com que a pontuação líquida do simulado oscile para cima e para baixo.
Mas como saber se você está melhorando ou piorando, se a nota está sempre subindo e descendo? É por isso que eu recomendo que você faça um gráfico com suas notas, porque mesmo que elas estejam oscilando “igual a um eletrocardiograma”, talvez elas estejam seguindo alguma tendência, e é isso que você precisa analisar.
Se você notar que suas notas no simulado sobem e descem (o que é normal!), mas no entanto elas estão sempre variando dentro de uma mesma faixa/patamar, e não ultrapassam aquele patamar de jeito nenhum, talvez você tenha um problema!
Mas caso elas estejam oscilando, no entanto mostrem que seguem uma tendência de SUBIDA, isso é uma boa coisa!
Em suma: o que você precisa ver no visualmente no gráfico é se há uma tendência de estagnação ou tendência de subida.
Você tem que pensar na sua pontuação dos simulados como “pontos de uma reta”, e o seu objetivo é fazer com que essa curva seja ascendente.
Sempre falo para meus alunos (Coachees) que interessa MENOS a nota que você tirou do que a TENDÊNCIA da curva das suas notas.
Pense comigo, o que você acha melhor: alguém que tirou 40 no último simulado e que possui as notas 5, 10, 20, 30, 35 nos últimos 5 simulados anteriores, ou alguém que tirou 45 no último simulado e que possui as notas 46, 44, 42, 45 e 44 nos últimos 5 simulados anteriores?
Nota-se que o primeiro aluno está com uma tendência de subida (mostra que está estudando corretamente e indo no caminho correto) e o segundo aluno de fato encontra-se num nível geral melhor que o primeiro, porém estagnado no estudo há alguns simulados. A tendência da curva do primeiro aluno mostra que em breve ele ultrapassará o segundo aluno.
Então, quando você for estabelecer a nota que você quer tirar num simulado, pense em todas essas coisas.
Bem, por hoje é só. Esperamos que tenham gostado de mais uma parte desta série sobre simulados. E para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
Parece que vem mesmo concurso pra Escrivão e/ou Agente da Polícia Federal em 2017. Hora de pisar fundo no acelerador!
E dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, continuaremos a falar sobre a prática de simulados da prova escrita, com dicas e técnicas que vão te fazer extrair o seu maior potencial dessa importante ferramenta.
Hoje, apresentaremos a PARTE 5 desta série. Esperamos que curtam o assunto, e caso tenham dúvidas ou comentários, deixem uma mensagem pra gente.
Hoje falaremos sobre o tema "Que nota esperar"
O resultado que você deve esperar dos seus simulados vai depender muito do tempo de estudo que você já tem “nas costas”, ou seja, da sua bagagem como concurseiro.
É bem possível que, se você estuda há pouquíssimo tempo, mas já faz simulados, que fique com uma nota em torno de ZERO pontos líquidos (ou algo variando entre -10 e +10).
Se você acha isso pouco, ou acha um absurdo alguém tirar uma nota “tão baixa”, escute essa: caso você não saiba, se você pegar uma prova do tipo CESPE do tipo Certo/Errado com 120 questões, naquele esquema em que uma questão errada anula uma certa, e CHUTAR todas as questões aleatoriamente, a probabilidade da sua nota ficar entre -32 e +32 é de 99,76%, ou seja, quase 100%.
Ou seja, por exclusão, a probabilidade de você chutar todas as questões aleatoriamente e conseguir tirar mais de 32 pontos é de 0,12% (uma chance a cada 817).
Pra conseguir tirar mais de 40 pontos líquidos chutando todas as questões a probabilidade cai para 0,0079% (uma chance em 12.655).
Se considerarmos que nas últimas provas da PF tivemos um total em cada uma delas de aproximadamente 80 mil inscritos, se todos os candidatos chutassem todas as questões, apenas 6 deles tirariam nota superior a 40.
E essa probabilidade vai caindo exponencialmente conforme você vai aumentando a pontuação, o que faz com que a chance de alguém tirar mais de 50 pontos numa prova CESPE da Polícia Federal chutando todas as questões ao acaso é um número muito pequeno, muito próximo de ZERO.
E como geralmente (ultimamente) a nota de corte de uma prova da PF fica em algo em torno de 70 pontos líquidos (não estou considerando aqui Agente ou Escrivão, estou falando genericamente), a probabilidade de você conseguir tirar “na sorte” (chutando todas as questões) uma nota superior a esta é um número tão pequeno que meu cálculo feito no MS Excel gerou um valor realmente tão próximo de 0 (ZERO), que o valor retornado arredondou a zero, ou seja, é ZERO mesmo.
Ou seja, é impossível passar na prova da PF chutando todas as questões da prova.
Isso se dá pela característica “uma errada anula uma certa”, e pela consequente distribuição probabilística (distribuição normal) dos resultados em torno da nota líquida ZERO.
Mas enfim, não sei se você está entendendo essa matemática toda, mas a mensagem que eu queria passar é: que tanto probabilisticamente quanto conscientemente, a dificuldade de tirar uma nota cada vez mais alta vai crescendo exponencialmente, de maneira que evoluir de 10 pontos líquidos para 20 pontos líquidos é muito mais fácil do que subir de 20 pontos líquidos para 30 pontos líquidos. Por consequência, aumentar sua nota de 20 pontos líquidos para 30 pontos líquidos é muito mais fácil do que aumentar de 30 pontos líquidos para 40 pontos líquidos... E por aí vai.
Isso significa que se você tirou ZERO pontos líquidos no seu primeiro simulado da vida, essa não chega a ser uma nota tão ruim, sobretudo se estiver começando a estudar agora.
Você verá que em alguns meses de estudo provavelmente conseguirá subir a nota de ZERO para 10 pontos líquidos positivos com alguns pequenos ajustes na maneira de fazer a prova e com um pouco mais de bagagem de estudo. Só que depois disso, para subir de 10 pontos líquidos para 20 pontos líquidos ficará um pouco mais difícil (pois cada ponto extra mais acima da escala é mais difícil de obter). E para subir mais 10 pontos líquidos, ou seja, de 20 pontos líquidos para 30 pontos líquidos, também será bem mais difícil do que obter os 10 pontos adicionais anteriores... Acho que você entendeu a ideia!
A maioria dos concurseiros que estudam para a Polícia Federal conseguem obter 30-40 pontos líquidos nos simulados aproximadamente nos 6 primeiros meses de estudo (claro que isso vai depender muito da intensidade do seu estudo, da quantidade de horas que se dedica, do rendimento do seu estudo, da forma como estuda, etc). Mas depois, para sair desse patamar, e subir mais a nota, cada ponto extra depende de um tempo muito maior de estudo que antes.
Eu mesmo quando prestei concurso pra PF fiz a prova de Agente de Polícia Federal de 2012 e tinha apenas 3 meses de estudo, e fiz 51 pontos. Na época pensei: “caramba, que nota alta, fiquei muito próximo da nota de corte, só uns 15 pontos” (na verdade eu não me lembro agora qual foi a nota de corte mas deve ter sido algo entre 60 e 70 pontos).
Mas veja que falácia, eu tinha tirado 51 pontos, e estava a cerca de 15 pontos da nota de corte, só que nesses 15 pontos, que eu achava que eram pouquíssimos, estavam talvez dezenas de milhares de pessoas na minha frente.
E para obter esses 15 pontos líquidos adicionais não bastariam mais 3 meses de estudo, porque esses 15 pontos extras sempre são muito mais “suados” dos que os 51 primeiros que eu já tinha obtido... ou seja, o chamado “ganho marginal” que você obtém nas notas dos simulados ao longo do tempo vai decaindo ao longo do tempo.
Se eu tinha conseguido obter 51 pontos líquidos numa prova CESPE da PF com apenas 3 meses de estudo, precisaria de pelo menos mais 1 ano (veja, isso dá 4 vezes o tempo) para obter essa pontuação adicional que me faria estar dentro das vagas.
Então, quando você pensar “que nota eu almejo tirar” quando for fazer um simulado, leve em consideração o tempo que você já tem de estudo e a experiência que você já tem em simulados (leia-se: a quantidade de simulados que você já fez e a quantidade de vezes que já aplicou as técnicas de melhoria contínua para fazer cada vez mais um simulado melhor -- veja as postagens anteriores da série, sobre o tema).
Se estiver bem no início da sua jornada de simulados, sua pontuação líquida vai oscilar entre -10 e +10 mais ou menos. Com um pouco mais de tempo de estudo e experiência em simulados, digamos, 6 meses, objetive atingir uma pontuação líquida entre 20 e 40. Em torno de um ano de estudo e simulados, sua pontuação já poderá estar beirando 50 a 60 pontos líquidos.
E após isso? “Só Deus sabe”, pois dependerá muito da aplicação das suas técnicas de qualidade e melhoria contínua, pois como falei anteriormente, os pontos mais altos são muito mais difíceis de serem obtidos que os pontos mais baixos.
Um concurseiro já bem cascudo e experiente consegue tirar entre 70 e 80 pontos líquidos num simulado. Mas agora aprenda o mais importante de tudo: uma única nota de simulado é apenas um ponto isolado da curva. O que você deve fazer: anotar a pontuação líquida de TODOS os simulados que fizer, desde o primeiro deles, e ir fazendo um gráfico com essas notas.
O que você vai notar é que sua nota sempre oscila para cima e para baixo, simulado após simulado. Ninguém consegue melhorar a nota SEMPRE, ou seja, tirar sempre uma nota melhor no simulado seguinte que faz.
Por que isso? Tem dias que estamos mal, tem dias que o simulado vem mais difícil que o outro, e tem dia que cai no simulado uma matéria que a gente não estudou ainda ou não revisou muito bem. Isso faz com que a pontuação líquida do simulado oscile para cima e para baixo.
Mas como saber se você está melhorando ou piorando, se a nota está sempre subindo e descendo? É por isso que eu recomendo que você faça um gráfico com suas notas, porque mesmo que elas estejam oscilando “igual a um eletrocardiograma”, talvez elas estejam seguindo alguma tendência, e é isso que você precisa analisar.
Se você notar que suas notas no simulado sobem e descem (o que é normal!), mas no entanto elas estão sempre variando dentro de uma mesma faixa/patamar, e não ultrapassam aquele patamar de jeito nenhum, talvez você tenha um problema!
Mas caso elas estejam oscilando, no entanto mostrem que seguem uma tendência de SUBIDA, isso é uma boa coisa!
Em suma: o que você precisa ver no visualmente no gráfico é se há uma tendência de estagnação ou tendência de subida.
Você tem que pensar na sua pontuação dos simulados como “pontos de uma reta”, e o seu objetivo é fazer com que essa curva seja ascendente.
Sempre falo para meus alunos (Coachees) que interessa MENOS a nota que você tirou do que a TENDÊNCIA da curva das suas notas.
Pense comigo, o que você acha melhor: alguém que tirou 40 no último simulado e que possui as notas 5, 10, 20, 30, 35 nos últimos 5 simulados anteriores, ou alguém que tirou 45 no último simulado e que possui as notas 46, 44, 42, 45 e 44 nos últimos 5 simulados anteriores?
Nota-se que o primeiro aluno está com uma tendência de subida (mostra que está estudando corretamente e indo no caminho correto) e o segundo aluno de fato encontra-se num nível geral melhor que o primeiro, porém estagnado no estudo há alguns simulados. A tendência da curva do primeiro aluno mostra que em breve ele ultrapassará o segundo aluno.
Então, quando você for estabelecer a nota que você quer tirar num simulado, pense em todas essas coisas.
Bem, por hoje é só. Esperamos que tenham gostado de mais uma parte desta série sobre simulados. E para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Dicas de como fazer um bom simulado - Um Guia Completo - Parte 4
Olá Concurseiros da área Policial.
Lava-Jato bombando... violência comendo solta no Brasil... E os concursos para Agente e Escrivão da PF estão na boca do forno... Boatos de concurso para a PFF também este ano de 2017. Hora de acelerar fundo nos estudos! Não acha?
E dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, continuaremos a falar sobre a prática de simulados da prova escrita, com dicas e técnicas que vão te fazer extrair o seu maior potencial dessa importante ferramenta.
Hoje, apresentaremos a PARTE 4 desta série. Esperamos que curtam o assunto, e caso tenham dúvidas ou comentários, deixem uma mensagem pra gente.
Hoje falaremos sobre o tema "em que ordem resolver as questões"
Este é uma tema muito particular, pois tem gente que prefere começar pelas questões das matérias que sabe mais, e deixar para o final da prova as matérias que acha que sabe menos.
Mas também tem gente que prefere fazer a redação primeiro, e só depois as questões objetivas.
E tem gente que prefere fazer a prova na crescente ordem das questões (1, 2, 3... até a 120)... Cada um no seu estilo.
Eu, particularmente, resolvo a prova na ordem crescente das questões, exatamente começando pela primeira matéria, ou seja, Português. Esta é uma matéria que exige bastante tempo de leitura dos textos, exige reflexão sobre algumas coisas, então é uma matéria que toma bastante tempo de uma forma geral (a média de tempo pra você resolver cada questão de Português é maior do que a média para resolver cada questão das demais matérias da prova).
E como seu cérebro ainda está descansado no início da prova, é interessante, ao meu ver, fazer logo as questões de Português. Se você deixar para ler os textos de Português ao final da prova, quando sua cabeça já estará cansada e estressada, pode ser que leia/interprete algo errado, e isso vai acabar tirando alguns valiosos pontos líquidos de sua nota final.
Bem, depois de fazer as questões de Português, eu faço as questões na ordem em que aparecem.
Aqui, cabe uma dica: ao ler cada questão, leia pelo menos 3 vezes antes de pensar na resposta, ou mesmo de responder a questão.
Por que isso?
No ambiente de prova, a tendência é que estejamos nervosos, e isso faz com que a gente leia cada frase como um todo, e não palavra por palavra. Então, ao ler duas ou três vezes a mesma frase, vamos tomando mais consciência do conteúdo, e isso faz com que deixemos de cometer erros de leitura.
Quando eu faço prova, eu utilizo essa técnica, e além disso vou acompanhando a leitura com a ponta da caneta na parte da palavra que estou lendo, e também marcando as palavras-chave, utilizando minha própria simbologia, qual seja, palavras que sejam importantes eu sublinho, as que são muito importantes, faço uma caixinha em volta, etc.
As negações, faço uma caixa (retângulo) em volta. Às vezes coloco grandes SETAS apontando para as questões mais "cabeludas", e por aí vai.
Independente da forma como você queira fazer sua simbologia, FAÇA ALGUMA SIMBOLOGIA.
Mas não adianta deixar para utilizar essa técnica (de fazer símbolos) só no dia da prova de verdade, hein! A gente está falando aqui sobre SIMULADO, certo? Então! Você tem que ir treinando a utilização dessa simbologia ao longo dos simulados. Tem que ver qual simbologia funciona melhor para você, se as marcações em negrito chamam de fato a sua atenção, ou se você precisa exagerar mais nas marcações e símbolos, para que não cometa erros.
Bem, aqui nesta postagem vale também aquela velha dica de pular as questões que tem dúvida, marcando com alguma simbologia que você queira usar, para lembrar de voltar naquela questão depois para tentar fazer de novo.
As questões que tem certeza absoluta, marque sua resposta, utilizando alguma simbologia para indicar este grau de certeza, no caderno de questões (nunca direto no cartão-resposta!).
As que tem dúvida, pode marcar qual a resposta que ACHA que é, mas sempre lembrando de fazer alguma marcação extra dizendo que naquela questão ainda há alguma dúvida, e que você voltará nela depois para revisar, antes de fazer a marcação final no cartão-resposta.
As que vai deixar em branco, faça uma marcação indicando tal coisa, mas você pode até voltar nessas questões ao final da prova, aproveitando o tempo até o minuto final, para ver se realmente vai deixar em branco ou se vai chutar alguma resposta (eventualmente, após ler a mesma questão várias vezes, pode ser que alguma “luz” surja - leia a PARTE 3 desta série sobre simulados, que você vai entender melhor isso).
Bem, por hoje é só. Esperamos que tenham gostado de mais uma parte desta série sobre simulados. E para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
Lava-Jato bombando... violência comendo solta no Brasil... E os concursos para Agente e Escrivão da PF estão na boca do forno... Boatos de concurso para a PFF também este ano de 2017. Hora de acelerar fundo nos estudos! Não acha?
E dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, continuaremos a falar sobre a prática de simulados da prova escrita, com dicas e técnicas que vão te fazer extrair o seu maior potencial dessa importante ferramenta.
Hoje, apresentaremos a PARTE 4 desta série. Esperamos que curtam o assunto, e caso tenham dúvidas ou comentários, deixem uma mensagem pra gente.
Hoje falaremos sobre o tema "em que ordem resolver as questões"
Este é uma tema muito particular, pois tem gente que prefere começar pelas questões das matérias que sabe mais, e deixar para o final da prova as matérias que acha que sabe menos.
Mas também tem gente que prefere fazer a redação primeiro, e só depois as questões objetivas.
E tem gente que prefere fazer a prova na crescente ordem das questões (1, 2, 3... até a 120)... Cada um no seu estilo.
Eu, particularmente, resolvo a prova na ordem crescente das questões, exatamente começando pela primeira matéria, ou seja, Português. Esta é uma matéria que exige bastante tempo de leitura dos textos, exige reflexão sobre algumas coisas, então é uma matéria que toma bastante tempo de uma forma geral (a média de tempo pra você resolver cada questão de Português é maior do que a média para resolver cada questão das demais matérias da prova).
E como seu cérebro ainda está descansado no início da prova, é interessante, ao meu ver, fazer logo as questões de Português. Se você deixar para ler os textos de Português ao final da prova, quando sua cabeça já estará cansada e estressada, pode ser que leia/interprete algo errado, e isso vai acabar tirando alguns valiosos pontos líquidos de sua nota final.
Bem, depois de fazer as questões de Português, eu faço as questões na ordem em que aparecem.
Aqui, cabe uma dica: ao ler cada questão, leia pelo menos 3 vezes antes de pensar na resposta, ou mesmo de responder a questão.
Por que isso?
No ambiente de prova, a tendência é que estejamos nervosos, e isso faz com que a gente leia cada frase como um todo, e não palavra por palavra. Então, ao ler duas ou três vezes a mesma frase, vamos tomando mais consciência do conteúdo, e isso faz com que deixemos de cometer erros de leitura.
Quando eu faço prova, eu utilizo essa técnica, e além disso vou acompanhando a leitura com a ponta da caneta na parte da palavra que estou lendo, e também marcando as palavras-chave, utilizando minha própria simbologia, qual seja, palavras que sejam importantes eu sublinho, as que são muito importantes, faço uma caixinha em volta, etc.
As negações, faço uma caixa (retângulo) em volta. Às vezes coloco grandes SETAS apontando para as questões mais "cabeludas", e por aí vai.
Independente da forma como você queira fazer sua simbologia, FAÇA ALGUMA SIMBOLOGIA.
Mas não adianta deixar para utilizar essa técnica (de fazer símbolos) só no dia da prova de verdade, hein! A gente está falando aqui sobre SIMULADO, certo? Então! Você tem que ir treinando a utilização dessa simbologia ao longo dos simulados. Tem que ver qual simbologia funciona melhor para você, se as marcações em negrito chamam de fato a sua atenção, ou se você precisa exagerar mais nas marcações e símbolos, para que não cometa erros.
Bem, aqui nesta postagem vale também aquela velha dica de pular as questões que tem dúvida, marcando com alguma simbologia que você queira usar, para lembrar de voltar naquela questão depois para tentar fazer de novo.
As questões que tem certeza absoluta, marque sua resposta, utilizando alguma simbologia para indicar este grau de certeza, no caderno de questões (nunca direto no cartão-resposta!).
As que tem dúvida, pode marcar qual a resposta que ACHA que é, mas sempre lembrando de fazer alguma marcação extra dizendo que naquela questão ainda há alguma dúvida, e que você voltará nela depois para revisar, antes de fazer a marcação final no cartão-resposta.
As que vai deixar em branco, faça uma marcação indicando tal coisa, mas você pode até voltar nessas questões ao final da prova, aproveitando o tempo até o minuto final, para ver se realmente vai deixar em branco ou se vai chutar alguma resposta (eventualmente, após ler a mesma questão várias vezes, pode ser que alguma “luz” surja - leia a PARTE 3 desta série sobre simulados, que você vai entender melhor isso).
Bem, por hoje é só. Esperamos que tenham gostado de mais uma parte desta série sobre simulados. E para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
Dicas de como fazer um bom simulado - Um Guia Completo - Parte 3
Olá Amigos Concurseiros da área Policial.
Dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, continuaremos a falar sobre a prática de simulados da prova escrita, com dicas e técnicas que vão te fazer extrair o seu maior potencial dessa importante ferramenta.
Hoje, apresentaremos a PARTE 3 desta série. Esperamos que
curtam o assunto, e caso tenham dúvidas ou comentários, deixem uma mensagem pra
gente. Caso tenham perdido as partes anteriores, é só acessar o blog e buscar no histórico de postagens.
Hoje o assunto é: Atitude com relação ao simulado e tempo de prova.
Sem dúvida alguma, fazer simulado é uma coisa chata. Quem é que gosta de fazer prova? Quem é que gosta de ficar 5 horas sentado numa cadeira num dia de sol, quando os amigos estão na piscina, na praia, no churrasco, ou jogando vídeo game, vendo um filme, passeando?
Resposta: NINGUÉM.
Hoje o assunto é: Atitude com relação ao simulado e tempo de prova.
Sem dúvida alguma, fazer simulado é uma coisa chata. Quem é que gosta de fazer prova? Quem é que gosta de ficar 5 horas sentado numa cadeira num dia de sol, quando os amigos estão na piscina, na praia, no churrasco, ou jogando vídeo game, vendo um filme, passeando?
Resposta: NINGUÉM.
A não ser que você seja uma pessoa muito focada e disciplinada ao estudar, certamente sentirá um desconforto muito grande ao ficar dentro de uma sala, seja com com ar-condicionado gelado ou morrendo de calor, com luz fria vindo do teto, às vezes com sol batendo em cima de você, numa cadeira dura, tendo que forçar seu cérebro para pensar arduamente durante 5 horas seguidas, ainda mais quando seus amigos estão curtindo a vida e se divertindo, como citei anteriormente.
Mas isso é “treinável”. Quanto mais simulados você fizer, mais acostumado (ou eu diria “conformado”, pra ser mais preciso) ficará. Isso é uma coisa que se desenvolverá naturalmente ao longo do tempo, você perceberá. Mas você só saberá se tentar. Se ficar esperando sempre "o próximo final de semana" para começar a fazer simulados, dificilmente estará preparado para enfrentar o concurso de verdade.
Mas, especificamente com relação ao tempo de prova, como você sabe, a prova da PF tem uma duração total de 5 horas. É claro que você pode ser uma pessoa rápida, e que consegue fazer uma prova em apenas 3 horas, mas isso é uma exceção à regra.
O normal (e ideal) é: utilizar todo o tempo de prova.
Por que isso? Você pode estar desperdiçando um tempo valioso para revisar as questões que já fez, e tentar fazer questões que deixou de fazer na primeira vez que leu a prova (por achar que não sabe o conteúdo ou está com dúvida).
No limite, utilizar o tempo de prova até o final pode te trazer alguns valiosos pontos líquidos extras, que podem fazer a diferença entre ser excedente no concurso ou ser classificado dentro das vagas.
Ou seja, aquela meia hora de gás final na hora de revisar a prova pode ser a diferença entre estar DENTRO ou FORA da POLÍCIA FEDERAL ou da POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL. Ou qualquer outra Polícia que seja.
Portanto, utilize o tempo de prova em sua plenitude, mas não só no dia da prova de verdade, mas em TODOS os simulados que fizer.
Mesmo que você esteja começando agora com os simulados, e não consiga, AINDA, permanecer as 5 horas completas sentado na cadeira, seja fisicamente ou psicologicamente, force-se a isso.
Se você faz a prova (incluindo a redação) em 3 horas, force-se a estender o tempo para 4 horas. Ao longo dos simulados, conforme for diluindo seu tempo de prova e já esteja conseguindo utilizar as 4 horas, force-se a permanecer por 4 horas e meia... e daqui a pouco force-se a permanecer por 5 horas.
Se você faz a prova (incluindo a redação) em 3 horas, force-se a estender o tempo para 4 horas. Ao longo dos simulados, conforme for diluindo seu tempo de prova e já esteja conseguindo utilizar as 4 horas, force-se a permanecer por 4 horas e meia... e daqui a pouco force-se a permanecer por 5 horas.
Pode parecer besteira, mas não é. Na hora do simulado/prova, depois que você fizer todas as questões que sabia a resposta conscientemente, estará mais calmo, e sobrando bastante tempo ao final, pode ser que você consiga ter aquela “LUZ” que faltava para responder as questões que achava que não sabia. Isso pode te gerar pontos extras que podem te colocar DENTRO das vagas!
Esperamos que tenham gostado de mais uma parte desta série sobre simulados. E para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
Dicas de como fazer um bom simulado - Um Guia Completo - Parte 2
Olá Concurseiros da área Policial.
Dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, continuaremos a falar sobre a prática de simulados da prova escrita, com dicas e técnicas que vão te fazer extrair o seu maior potencial dessa importante ferramenta.
Hoje, na PARTE 2 desta série, falaremos sobre HORÁRIO DE PROVA (no caso, horário do simulado). Esperamos que curtam o assunto, e caso tenham dúvidas ou comentários, deixem uma mensagem pra gente.
Horário de Prova - o horário em que você vai fazer seu simulado deve ser o mais próximo possível da prova real que você vai fazer. Normalmente os concursos da Polícia Federal são realizados na parte da manhã, das 8h às 13h, então programe-se para iniciar sua prova/simulado pontualmente às 8h.
Por que eu digo isso? Se você começar a relaxar com relação ao horário, vai iniciar a execução do simulado às 9h, 10h, ou qualquer horário que se sinta mais à vontade possível (dentro da sua zona de conforto), e você precisa saber que: NÃO terá essa facilidade no dia da prova.
Se você por acaso não é acostumado a acordar cedo todos os dias, mais importância ainda terá que dar ao cumprimento do início do horário de prova, pois neste caso, no dia “D” (dia da prova de verdade), ficará com muito desconforto ao acordar, e provavelmente seu cérebro não funcionará da melhor forma possível.
Da mesma forma, procure fazer todas as coisas que faria num dia de prova de verdade, ou seja, tome um bom café da manhã (sem exageros), tome seu banho, se arrume, pegue suas coisas (água, comida, canetas, documento, etc) e se desloque até seu local de simulado (caso não seja na sua própria casa).
Anote esse "checklist" em algum lugar, e caso sinta falta de algum item, não esqueça de incluir na listagem para a próxima vez. Vá melhorando sua lista de "itens essenciais para uma prova/simulado" a cada vez que fizer um, até que esteja com uma lista com tudo que não pode faltar no dia da sua prova de verdade. Tem gente que não leva só comida e água, mas também papel higiênico, e remédio pra dor de cabeça. Tem louco pra tudo, mas vai saber, não é?...
E se você tem o hábito de estudar apenas durante as madrugadas, sofrerá ainda mais com relação a isto (acordar cedo pra caramba pra fazer uma prova), portanto, cuidado extra aqui.
E leve em consideração também que, às vezes, as provas da PF são no horário da tarde. Pra maioria das pessoas é mais difícil fazer uma prova pela manhã do que pela tarde. Então, se você se acostumar a fazer simulados pela manhã, provavelmente ficará tranquilo com relação ao horário se a prova cair no horário da tarde.
Mas isso não quer dizer que você não tenha que realizar simulados no horário da tarde também – eu aconselho a treinar nos dois horários.
Claro que você deve fazer a grande maioria dos simulados na parte da manhã, que é o horário mais crítico, mas também é bom treinar, pelo menos uma vez ou outra, na parte da tarde.
Considere também que, mesmo no caso de uma prova à tarde, você deverá acordar cedo, normalmente, tomar café, se programar para almoçar, e se deslocar até o local de prova num horário razoavelmente prévio, para que tenha sobra de horário, no caso de um contratempo (engarrafamento, pneu furado, ônibus errado etc). Não acorde muito tarde, mesmo no dia em que o simulado ou a prova sejam no período da tarde. Evite alterar muito a sua rotina. Lembre-se também que o cérebro leva um tempo pra "aquecer" desde que você acorda!
Isso você também deverá levar em conta ao fazer simulados, sobretudo aqueles realizados fora da sua casa (veja a nossa postagem anterior sobre isso).
Esperamos que tenham gostado de mais uma parte desta série sobre simulados. E para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
Dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, continuaremos a falar sobre a prática de simulados da prova escrita, com dicas e técnicas que vão te fazer extrair o seu maior potencial dessa importante ferramenta.
Hoje, na PARTE 2 desta série, falaremos sobre HORÁRIO DE PROVA (no caso, horário do simulado). Esperamos que curtam o assunto, e caso tenham dúvidas ou comentários, deixem uma mensagem pra gente.
Horário de Prova - o horário em que você vai fazer seu simulado deve ser o mais próximo possível da prova real que você vai fazer. Normalmente os concursos da Polícia Federal são realizados na parte da manhã, das 8h às 13h, então programe-se para iniciar sua prova/simulado pontualmente às 8h.
Por que eu digo isso? Se você começar a relaxar com relação ao horário, vai iniciar a execução do simulado às 9h, 10h, ou qualquer horário que se sinta mais à vontade possível (dentro da sua zona de conforto), e você precisa saber que: NÃO terá essa facilidade no dia da prova.
Se você por acaso não é acostumado a acordar cedo todos os dias, mais importância ainda terá que dar ao cumprimento do início do horário de prova, pois neste caso, no dia “D” (dia da prova de verdade), ficará com muito desconforto ao acordar, e provavelmente seu cérebro não funcionará da melhor forma possível.
Da mesma forma, procure fazer todas as coisas que faria num dia de prova de verdade, ou seja, tome um bom café da manhã (sem exageros), tome seu banho, se arrume, pegue suas coisas (água, comida, canetas, documento, etc) e se desloque até seu local de simulado (caso não seja na sua própria casa).
Anote esse "checklist" em algum lugar, e caso sinta falta de algum item, não esqueça de incluir na listagem para a próxima vez. Vá melhorando sua lista de "itens essenciais para uma prova/simulado" a cada vez que fizer um, até que esteja com uma lista com tudo que não pode faltar no dia da sua prova de verdade. Tem gente que não leva só comida e água, mas também papel higiênico, e remédio pra dor de cabeça. Tem louco pra tudo, mas vai saber, não é?...
E se você tem o hábito de estudar apenas durante as madrugadas, sofrerá ainda mais com relação a isto (acordar cedo pra caramba pra fazer uma prova), portanto, cuidado extra aqui.
E leve em consideração também que, às vezes, as provas da PF são no horário da tarde. Pra maioria das pessoas é mais difícil fazer uma prova pela manhã do que pela tarde. Então, se você se acostumar a fazer simulados pela manhã, provavelmente ficará tranquilo com relação ao horário se a prova cair no horário da tarde.
Mas isso não quer dizer que você não tenha que realizar simulados no horário da tarde também – eu aconselho a treinar nos dois horários.
Claro que você deve fazer a grande maioria dos simulados na parte da manhã, que é o horário mais crítico, mas também é bom treinar, pelo menos uma vez ou outra, na parte da tarde.
Considere também que, mesmo no caso de uma prova à tarde, você deverá acordar cedo, normalmente, tomar café, se programar para almoçar, e se deslocar até o local de prova num horário razoavelmente prévio, para que tenha sobra de horário, no caso de um contratempo (engarrafamento, pneu furado, ônibus errado etc). Não acorde muito tarde, mesmo no dia em que o simulado ou a prova sejam no período da tarde. Evite alterar muito a sua rotina. Lembre-se também que o cérebro leva um tempo pra "aquecer" desde que você acorda!
Isso você também deverá levar em conta ao fazer simulados, sobretudo aqueles realizados fora da sua casa (veja a nossa postagem anterior sobre isso).
Esperamos que tenham gostado de mais uma parte desta série sobre simulados. E para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
Dicas de como fazer um bom simulado - Um Guia Completo - Parte 1
Olá Concurseiros da área Policial.
Dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, iniciaremos uma extensa série sobre a prática de simulados da prova escrita.
É um assunto longo, que mereceria um capítulo inteiro de um livro, mas vamos tentar ser concisos em nossas dicas.
Para começar, o que temos que ter em mente é que simulado não tem esse nome à toa – trata-se de uma SIMULAÇÃO, ou seja, é uma forma de representar algo, imitando aquilo que não é, fazendo de conta.
Só a internalização por parte do aluno sobre essa definição (ou seja, a conscientização de sua importância) já resume quase 100% do que precisa ser dito: o simulado da prova precisa ser o mais próximo possível da prova de verdade. Tudo o que você for pensar ou planejar sobre o simulado deve seguir essa lógica, ou pelo menos o mais próximo possível disso (considerando os princípios da razoabilidade e do custo/benefício).
Dito isto, vamos comentar alguns aspectos relativos ao simulado da prova escrita, com a parte 1 dessa série de postagens sobre o tema, que chamaremos de:
"Dicas de como fazer um bom simulado – Um Guia Completo (MISSÃO FEDERAL)"
O tema de hoje será LOCAL DE PROVA. Este talvez seja o aspecto mais importante ao se fazer uma simulação de prova. O local do simulado deve ser o mais parecido possível com o local de prova real. Não precisa ser totalmente igual, mas o mais próximo possível.
Só pra você ter uma ideia, caso nunca tenha feito uma prova de concurso público antes, normalmente os concursos públicos são realizados em salas de aula de colégios ou faculdades (mais comum este último), e os alunos ficam sentados usualmente em carteiras (aqueles conjuntos de mesa-cadeira), enfileirados. Às vezes você pode dar a sorte de pegar um local de prova que tenha um conjunto com cadeira e mesa separados, mas não é o mais usual.
Não estou dizendo que você tenha que providenciar uma sala de aula de faculdade vazia para realizar sua prova, ou comprar uma carteira só para fazer prova, mas também por outro lado há que considerar que o ambiente de casa talvez seja muito diferente disto, e, portanto, pode ser ruim para simular. Estes são dois extremos (sala de faculdade versus o conforto da sua casa), que citei para exemplificar.
Vamos falar um pouco de cada ambiente?
Para começar, fazer simulado em casa tem o benefício da praticidade, de não ter que realizar nenhum deslocamento, porém essa facilidade pode eventualmente ser maléfica. Claro que isso vai depender muito de como é a sua residência, do ambiente da casa, e outros fatores, mas você tem que ser crítico o suficiente e levar isso em consideração no momento da sua escolha.
Se sua casa possui um ambiente conturbado demais (filhos, irmãos, pais, amigos, cachorro, televisão ligada, etc), você acabará tendo interrupções em demasia, e isso vai contribuir negativamente para sua simulação, pois num ambiente real de prova esse tipo de interrupção não acontece, pelo menos não desta forma e nesta intensidade tão grande.
Um parênteses aqui! Uma vez eu fiz uma prova num domingo, e numa casa ao lado tinha uma galera ouvindo funk no último volume, logo de manhã cedo, e o som se estendeu durante todo o horário de prova. Esse foi um caso muito extremo, foi a prova mais barulhenta que eu já fiz em toda a minha vida (e olha que eu fiz uns 40 concursos públicos no total!).
Voltando... Você tem é que estar preparado para praticamente quase tudo em termos de barulho (cachorro latindo, som alto, criança gritando na rua, barulho de carro etc), mas essa preparação pode ser psicológica, e não quer dizer que você tenha que passar pelo pior do pior do pior do mundo para que esteja pronto pra fazer uma prova num local barulhento.
Um pouco de barulho é até bom, mas muito barulho (sempre que faz simulados) e muita interrupção pode ser ruim. Então, se for fazer o simulado em casa, avalie a quantidade de distrações e interrupções, e principalmente as interrupções, pois se forem em demasia, podem te atrapalhar. Numa prova de verdade você terá também distrações e interrupções, mas normalmente num nível mais tranquilo.
Bem, o fato de fazer a simulação num local distinto de sua casa, ou seja, de se deslocar para outro local para fazer o simulado, também é bom porque vai te forçar a se planejar, tanto com relação a horário que vai acordar, tomar banho, tomar café, etc, quanto aos itens que tem que levar no dia da prova (documento, caneta, água, comida, e outros).
Portanto, se puder, consiga um local que se assemelhe a uma sala de aula de faculdade. Uma biblioteca calma pode ser uma opção.
Uma outra coisa que você pode fazer é variar o local de prova. Um dia você faz o simulado em casa, no outro dia faz numa biblioteca, no outro você faz na casa de um amigo ou de um parente, no outro você consegue uma sala vazia na sua faculdade, e por aí vai.
Mas claro que você não precisa ficar fazendo isso sempre, pois como falei antes, tem toda uma questão de TEMPO envolvido, além do custo do deslocamento. Mas se puder, por exemplo, associar suas atividades, como por exemplo, ir para a biblioteca pela manhã, resolver o simulado, almoçar/lanchar por lá mesmo, e continuar o estudo à tarde, melhor ainda! Você terá otimizado seu tempo, e conseguido obter uma sinergia entre suas atividades de simulado e estudo.
O importante é: seja razoável e use seu bom senso. E leve em conta todos esses fatores no momento de escolher um local adequado para realizar seus simulados. Faça uma auto-avaliação, e busque verificar se seu local de simulação não está muito dentro da sua zona de conforto (mas também não muito fora). Faça os ajustes necessários. Isso vai te ajudar muito no longo prazo.
Para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
Dando continuidade às nossas dicas para quem está estudando para concursos da área policial, iniciaremos uma extensa série sobre a prática de simulados da prova escrita.
É um assunto longo, que mereceria um capítulo inteiro de um livro, mas vamos tentar ser concisos em nossas dicas.
Para começar, o que temos que ter em mente é que simulado não tem esse nome à toa – trata-se de uma SIMULAÇÃO, ou seja, é uma forma de representar algo, imitando aquilo que não é, fazendo de conta.
Só a internalização por parte do aluno sobre essa definição (ou seja, a conscientização de sua importância) já resume quase 100% do que precisa ser dito: o simulado da prova precisa ser o mais próximo possível da prova de verdade. Tudo o que você for pensar ou planejar sobre o simulado deve seguir essa lógica, ou pelo menos o mais próximo possível disso (considerando os princípios da razoabilidade e do custo/benefício).
Dito isto, vamos comentar alguns aspectos relativos ao simulado da prova escrita, com a parte 1 dessa série de postagens sobre o tema, que chamaremos de:
"Dicas de como fazer um bom simulado – Um Guia Completo (MISSÃO FEDERAL)"
O tema de hoje será LOCAL DE PROVA. Este talvez seja o aspecto mais importante ao se fazer uma simulação de prova. O local do simulado deve ser o mais parecido possível com o local de prova real. Não precisa ser totalmente igual, mas o mais próximo possível.
Só pra você ter uma ideia, caso nunca tenha feito uma prova de concurso público antes, normalmente os concursos públicos são realizados em salas de aula de colégios ou faculdades (mais comum este último), e os alunos ficam sentados usualmente em carteiras (aqueles conjuntos de mesa-cadeira), enfileirados. Às vezes você pode dar a sorte de pegar um local de prova que tenha um conjunto com cadeira e mesa separados, mas não é o mais usual.
Não estou dizendo que você tenha que providenciar uma sala de aula de faculdade vazia para realizar sua prova, ou comprar uma carteira só para fazer prova, mas também por outro lado há que considerar que o ambiente de casa talvez seja muito diferente disto, e, portanto, pode ser ruim para simular. Estes são dois extremos (sala de faculdade versus o conforto da sua casa), que citei para exemplificar.
Vamos falar um pouco de cada ambiente?
Para começar, fazer simulado em casa tem o benefício da praticidade, de não ter que realizar nenhum deslocamento, porém essa facilidade pode eventualmente ser maléfica. Claro que isso vai depender muito de como é a sua residência, do ambiente da casa, e outros fatores, mas você tem que ser crítico o suficiente e levar isso em consideração no momento da sua escolha.
Se sua casa possui um ambiente conturbado demais (filhos, irmãos, pais, amigos, cachorro, televisão ligada, etc), você acabará tendo interrupções em demasia, e isso vai contribuir negativamente para sua simulação, pois num ambiente real de prova esse tipo de interrupção não acontece, pelo menos não desta forma e nesta intensidade tão grande.
Um parênteses aqui! Uma vez eu fiz uma prova num domingo, e numa casa ao lado tinha uma galera ouvindo funk no último volume, logo de manhã cedo, e o som se estendeu durante todo o horário de prova. Esse foi um caso muito extremo, foi a prova mais barulhenta que eu já fiz em toda a minha vida (e olha que eu fiz uns 40 concursos públicos no total!).
Voltando... Você tem é que estar preparado para praticamente quase tudo em termos de barulho (cachorro latindo, som alto, criança gritando na rua, barulho de carro etc), mas essa preparação pode ser psicológica, e não quer dizer que você tenha que passar pelo pior do pior do pior do mundo para que esteja pronto pra fazer uma prova num local barulhento.
Um pouco de barulho é até bom, mas muito barulho (sempre que faz simulados) e muita interrupção pode ser ruim. Então, se for fazer o simulado em casa, avalie a quantidade de distrações e interrupções, e principalmente as interrupções, pois se forem em demasia, podem te atrapalhar. Numa prova de verdade você terá também distrações e interrupções, mas normalmente num nível mais tranquilo.
Bem, o fato de fazer a simulação num local distinto de sua casa, ou seja, de se deslocar para outro local para fazer o simulado, também é bom porque vai te forçar a se planejar, tanto com relação a horário que vai acordar, tomar banho, tomar café, etc, quanto aos itens que tem que levar no dia da prova (documento, caneta, água, comida, e outros).
Portanto, se puder, consiga um local que se assemelhe a uma sala de aula de faculdade. Uma biblioteca calma pode ser uma opção.
Uma outra coisa que você pode fazer é variar o local de prova. Um dia você faz o simulado em casa, no outro dia faz numa biblioteca, no outro você faz na casa de um amigo ou de um parente, no outro você consegue uma sala vazia na sua faculdade, e por aí vai.
Mas claro que você não precisa ficar fazendo isso sempre, pois como falei antes, tem toda uma questão de TEMPO envolvido, além do custo do deslocamento. Mas se puder, por exemplo, associar suas atividades, como por exemplo, ir para a biblioteca pela manhã, resolver o simulado, almoçar/lanchar por lá mesmo, e continuar o estudo à tarde, melhor ainda! Você terá otimizado seu tempo, e conseguido obter uma sinergia entre suas atividades de simulado e estudo.
O importante é: seja razoável e use seu bom senso. E leve em conta todos esses fatores no momento de escolher um local adequado para realizar seus simulados. Faça uma auto-avaliação, e busque verificar se seu local de simulação não está muito dentro da sua zona de conforto (mas também não muito fora). Faça os ajustes necessários. Isso vai te ajudar muito no longo prazo.
Para maiores informações sobre COACHING relacionado a este e outros temas relacionados ao processo de preparação para concursos públicos da área policial, entre em contato com os Coaches do Grupo Missão Federal através da fan page no Facebook (https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/) ou através do email: coachingmissaofederal@gmail.com.
ATENÇÃO - TERMOS E CONDIÇÕES (DISCLAIMER)
Este texto foi redigido pelos COACHES do Grupo de Estudos MISSÃO FEDERAL. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C). A divulgação do conteúdo aqui apresentado tem pré-autorização dos autores para compartilhamento ou divulgação em outros meios desde que citado o AUTOR (“GRUPO DE ESTUDOS MISSÃO FEDERAL”), bem como a FONTE (com menção expressa do link da Fan Page no Facebook - "https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/" - e do link permanente para acesso ao conteúdo original aqui neste blog) e este AVISO (que é parte integrante do texto). Em caso de dúvida, entre em contato conosco previamente através do email coachingmissaofederal@gmail.com. Casos de abuso serão resolvidos na esfera jurídica aplicável, de acordo com a lei.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Dicas de Natação do Professor Bardi para o Missão Federal (Out/2016)
Link: https://www.facebook.com/MissaoFederalMF/videos/1187489677982298/
Espero que curtam! Deixem comentários e dúvidas, se for o caso. OSS!
domingo, 2 de outubro de 2016
Você é um procrastinador? Então não deixe de assistir esse vídeo!
Olá amigos concurseiros.
Hoje assisti um vídeo fantástico sobre PROCRASTINAÇÃO, e gostaria de compartilhar com vocês. Todos nós procrastinamos, uns um pouco mais, uns um pouco menos, e eu pessoalmente acho que não existe uma solução definitiva para isso. Mas um passo importante pra ajudar a minizar os problemas da procrastinação é compreendendo como ela funciona. A partir da auto-consciência do problema, você já consegue reduzir um pouco os malefícios dele. Acreditem!
Segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=arj7oStGLkU
Hoje assisti um vídeo fantástico sobre PROCRASTINAÇÃO, e gostaria de compartilhar com vocês. Todos nós procrastinamos, uns um pouco mais, uns um pouco menos, e eu pessoalmente acho que não existe uma solução definitiva para isso. Mas um passo importante pra ajudar a minizar os problemas da procrastinação é compreendendo como ela funciona. A partir da auto-consciência do problema, você já consegue reduzir um pouco os malefícios dele. Acreditem!
Segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=arj7oStGLkU
sábado, 24 de setembro de 2016
[COACHING] Qual o melhor cursinho online para fazer?
Essa é uma pergunta muito comum, e que sempre escuto dos meus alunos de Coaching. Na verdade não existe uma resposta fechada para essa pergunta, porque a resposta depende de um monte de fatores, e os cursinhos são muito dinâmicos, de maneira que um cursinho que é "melhor" que outro hoje, amanhã pode não ser.
Como de praxe, no Coaching, nem sempre damos as respostas prontas para os alunos, mas fazemos os questionamentos corretos para levar o aluno a chegar na resposta por si só, mas com o apoio do Coach.
Sendo assim, vamos discutir os aspectos que norteiam essa questão, para ajudar concuseiros "perdidos" que precisam escolher um cursinho pra fazer.
Vamos começar discutindo os principais aspectos que norteiam um curso online para concursos públicos, não necessariamente em ordem de importância, pois cada aluno valoriza um determinado aspecto, não havendo portanto hierarquia pré-definida entre eles.
1. Plataforma
Aqui neste aspecto deve ser avaliada a interface do curso online. Se o curso for dado através de vídeo-aulas online, por exemplo, deve-se verificar a robustez e a capacidade de "streaming" do site, se suporta muitos usuários ao mesmo tempo, se costuma travar nos horários de pico, etc.
Uma das coisas que mais enche o saco do aluno é ficar assistindo aulas com interrupções do fluxo de imagem ou de som, ou mesmo com qualidade de imagem muito baixa (em razão da conexão estar ruim). Esse é um problema pouco recorrente, já que atualmente os sites têm se preocupado bastante com isso, mas pode acontecer de você pegar um cursinho que ainda não está muito bem neste aspecto.
Se as vídeo-aulas forem baixadas em arquivo, para serem assistidas depois, deve-se observar se a velocidade de download é boa, se os arquivos estão sempre disponíveis, sem erros. A mesma coisa vale para os arquivos pdf, caso as aulas sejam ministradas desta maneira.
Também não menos importante é verificar por quanto tempo os vídeos e material de apoio ficarão disponíveis para o aluno assistir ou baixar. Isso pode parecer besteira, mas já vi muito aluno se programando para assistir todas as aulas do curso em determinado período de tempo, mas no final das contas se enrolar com seu próprio cronograma, daí vencer o prazo de vencimento do cursinho, e depois perder o acesso, e não poder terminar de assistir as aulas que já pagou. Planejamento e execução são coisas importantes nessa hora, mas não seja muito agressivo no planejamento, pois cronogramas muito apertados podem sofrer desvios (atrasos), e você ficar sem o seu material de estudo.
2. Estrutura de apoio
Além da parte da plataforma, já comentado, é legal também entender como funciona a estrutura de apoio do curso, ou seja, a facilidade do uso do site, a forma de contato com professores, monitores, ou mesmo para o atendimento ao aluno-consumidor (que é normalmente utilizado quando alguma coisa dá errado, ou seja, quando você precisa falar sobre pagamento, sobre prazos, sobre cancelamentos, devoluções, etc).
Alguns sites disponibilizam atendimento online, por email ou por telefone. Com relação aos que oferecem TUDO online, é importante que você navegue bastante pelo site para verificar se tem uma interface amigável, se é fácil acessar os conteúdos, os arquivos, as aulas, se o contato com o curso é fácil, e até mesmo se possui serviços adicionais, como por exemplo um fórum entre professores ou entre os alunos, para tirar dúvidas. Existem cursos que oferecem essas facilidades, e outros não. Leve isso em consideração no momento de escolher o seu.
3. Professores
Eu tinha dito que os aspectos analisados não tinham ordem de importância, certo? Mas então vou entrar em contradição, pois vou dizer que esse é o aspecto que eu particularmente considero o mais importante de todos. O aspecto mais importante de um cursinho é o quadro de professores. Existem professores que são exclusivos de determinados cursinhos, e outros que dão aula em vários cursinhos. E o quadro de professores pode mudar de tempos em tempos, pois mesmo que um determinado professor seja "exclusivo" de determino curso numa determinada época, pode não ser mais depois. Há muita mudança e migração de professores de um cursinho para outro.
E o que você vai notar é que existem cursinhos famosos, e outros menos famosos. Mas isso não quer dizer que o cursinho famoso tenha professores bons e o cursinho menos famoso tenha professores ruins. Como falei, isso depende muito. Não faça pré-julgamento com relação a nomes de cursinhos, e vou mais além: nem mesmo com nomes de professores. Existem professores famosos muito bons, mas existem também professores não muito famosos que são excelentes.
Ah, mas você está começando a estudar agora, e não conhece nenhum cursinho, nenhum professor, e não sabe nem por onde começar... O que fazer?
Eu costumo recomendar que sejam feitas pesquisas nos principais fóruns de concurseiros (como por exemplo o CorreioWeb), bem como no Facebook e Instagram (todos os cursinhos possuem fan page e anunciam nessas plataformas), para ver o que as pessoas falam dos cursos, como avaliam os professores, etc.
Outra coisa que sempre recomendo para avaliar os professores é: assistir uma ou duas aulas de cada professor ANTES de assinar o cursinho. Uma forma de fazer isso é procurar pelo nome do professor no YouTube, pois você com certeza vai encontrar alguma aula grátis daquele professor em algum lugar, seja na página do próprio cursinho, ou na página do professor mesmo.
Algumas vezes no site do cursinho você encontra algumas aulas grátis daquele curso que quer assinar, daí você tem como assistir uma parte do conteúdo, pra saber se é bom ou ruim. Mesmo que o cursinho não disponibilize uma amostra grátis, você pode entrar em contato e solicitar acesso temporário, para decidir se quer assinar ou não.
4. Preço
Existem diferentes formas de cobrança praticadas. Alguns cursos disponibilizam todo seu conteúdo para ser assistido online, por determinado período de tempo. Outros delimitam o conteúdo a ser assistido. Na hora que a gente vai pesquisar o preço das coisas sempre queremos fazer o melhor negócio possível, que valorize ao máximo nosso investimento. Eu costumo dizer que nessas horas não é muito bom economizar, nem ficar de mesquinharia. Não que você não tenha que valorizar seu dinheiro, mas tem que pegar um curso com melhor custo/benefício possível.
Por exemplo: não adianta você comprar um curso caríssimo que te dê acesso a 100 disciplinas diferentes por 1 ano, se você está estudando apenas para o concurso da Polícia Federal, e vai utilizar uma fração muito pequena desse conteúdo.
Também não adianta comprar um curso barato demais, com uma plataforma notadamente ruim, com professores que você não achou muito bom, pois desta maneira seu estudo não vai render da forma como deveria.
São apenas exemplos para você ver que não existe certo ou errado. Também não é bom ir nos extremos (curso muito caro ou muito barato). Tudo na vida do concurseiro deve ser equilibrado. Não adianta gastar todo seu dinheiro no cursinho e não ter dinheiro sobrando para investir num bom livro de apoio, ou ter grana pra fazer simulados presenciais, pra se inscrever numa prova que pode te dar uma experiência bacana, ou mesmo fazer Coaching.
Em suma: racionalize ao máximo seus gastos, aloque seus recursos financeiros da forma mais eficiente possível, da maneira que agregará o máximo de valor e te levará mais rápido para seu objetivo final.
5. Material principal e de apoio
Aqui, cabe uma diferenciação. Tem cursinho online, por exemplo, que tem as vídeo-aulas para serem assistidas, mas disponibilizam também material em arquivo PDF para cada aula, para ser lido, antes ou depois da aula. Neste exemplo que dei, eu considero a vídeo-aula como material principal, que é o principal canal que você vai utilizar para aprender aquele conteúdo, e o material de apoio é aquele material extra, para fazer uma revisão, para rever o conteúdo aprendido no futuro, ou para ir mais a fundo naquele tema, caso você ache necessário.
Nem sempre é necessário acessar o material de apoio. Tudo depende. Depende da forma como você conseguiu absorver o conteúdo dado na vídeo-aula (se prestou atenção adequadamente, se entendeu perfeitamente o conteúdo ministrado, se ficou com alguma dúvida, etc), depende se está assistindo aquele conteúdo pela primeira vez ou não, depende da sua dificuldade naquela disciplina, e vários outros aspectos.
Eu acho legal ter um material de apoio, porém, não acredito que seja imprescindível. Se tiver, ótimo. Se não tiver, recomendo que você mesmo construa seu próprio material de apoio, ou seja, conforme vá assistindo as vídeo-aulas, vá anotando os pontos principais da matéria num caderno, montando seu próprio material de apoio e revisão.
Lembre-se sempre de escrever esse material a lápis, ou então se preferir fazer a caneta, deixe bastante espaço entre as linhas e ao final das folhas, para fazer ajustes no futuro. Isso acontece porque nem sempre a gente tem a "melhor visão possível" de determinado conteúdo aprendido já na primeira vez que tem contato com ele, de maneira que, invariavelmente, você fará mudanças na forma como anota as aulas depois que assistir aquele conteúdo uma segunda ou terceira vez, ou quando estiver revisando o conteúdo.
6. Cronograma
Verifique como o cursinho prepara seu cronograma. Alguns cursinhos já possuem todas as aulas gravadas no momento que lançam determinado curso. Outros, vão gravando as aulas e disponibilizando-as ao longo do tempo.
Existem prós e contras para cada modalidade, e isso pode impactar positiva ou negativamente você, de acordo com sua estratégia, de acordo com a proximidade com a sua prova, e outros aspectos.
Também não existe situação melhor ou pior que a outra, tudo depende da sua situação com relação ao conteúdo, com a proximidade com a prova, etc. O importante é verificar qual a reputação do cursinho com relação a aderência ao cronograma, ou seja, se costuma atrasar a entrega de aulas que ainda não foram gravadas, mudar de professor no meio do curso, demorar para disponibilizar os materiais de apoio, etc. Tudo isso pode ser verificado no momento de contratar o curso, e também através dos fóruns que já mencionei acima.
RESUMO
Dito tudo isto, não adianta você pegar um cursinho com ótima plataforma e ótima estrutura de apoio, mas com péssimos professores, ou pegar um cursinho com ótimos professores, mas com péssima plataforma, com vídeo que fica travando toda hora.
Também não adianta o cursinho ser mal gerido, atrasando a gravação/entrega das aulas, mudando professores no meio do curso, entregando material errado. Tudo isso desgasta muito a imagem do curso, e eu já vi muito aluno ficar revoltado com o curso por causa dessas coisas, e trocar de curso por causa disso.
Eu mesmo tive uma péssima experiência uma vez com relação a isso, pois fiz um curso online com alguns excelentes professores, outros muito ruins, mas que tinha uma estrutura geral péssima de atendimento. Tinha um sistema de monitoria muito fraco, que não funcionava. Simplesmente não cumpria o que prometia. No meu caso, continuei no curso até o final, mesmo com todos os problemas dele, pois existe um grande custo pessoal para o aluno ficar trocando de curso toda hora, então resolvi continuar até o fim, mesmo considerando o serviço ruim de uma forma geral. Os professores bons do cursinho acabaram me fazendo permanecer no curso, e depois eu fiz um "reforço", por conta própria, nas disciplinas que tinham professores ruins.
Espero que essa postagem tenha ajudado um pouco a definir os aspectos importantes na hora de escolher um cursinho online. Volto a dizer: não existe curso melhor que outro, existe o melhor curso pra você! O que é bom para um amigo pode não ser bom pra você. Procure conhecer o que tem no mercado e sobretudo experimentar, pedir amostras, para decidir qual a melhor opção pra você.
E o mais importante de TUDO que foi dito aqui: quem faz o curso é o aluno. A sua atitude com relação ao aprendizado é o que vai fazer você se destacar no concurso público. A etapa de aprendizado (assistir aulas) é apenas a ponta do iceberg. Procure ter uma postura de muita seriedade com relação ao aprendizado, procure cumprir o cronograma, estude da forma mais concentrada possível, pois esse é o pilar da estrutura que vai te levar à vitória final no mundo dos concursos públicos.
Se quiser, para complementar a postagem, deixe um comentário sobre quais cursinhos e professores você gosta, e porque.
Bons estudos e bons treinos! OSS!
Macacus Albinus
EQUIPE MF
Como de praxe, no Coaching, nem sempre damos as respostas prontas para os alunos, mas fazemos os questionamentos corretos para levar o aluno a chegar na resposta por si só, mas com o apoio do Coach.
Sendo assim, vamos discutir os aspectos que norteiam essa questão, para ajudar concuseiros "perdidos" que precisam escolher um cursinho pra fazer.
Vamos começar discutindo os principais aspectos que norteiam um curso online para concursos públicos, não necessariamente em ordem de importância, pois cada aluno valoriza um determinado aspecto, não havendo portanto hierarquia pré-definida entre eles.
1. Plataforma
Aqui neste aspecto deve ser avaliada a interface do curso online. Se o curso for dado através de vídeo-aulas online, por exemplo, deve-se verificar a robustez e a capacidade de "streaming" do site, se suporta muitos usuários ao mesmo tempo, se costuma travar nos horários de pico, etc.
Uma das coisas que mais enche o saco do aluno é ficar assistindo aulas com interrupções do fluxo de imagem ou de som, ou mesmo com qualidade de imagem muito baixa (em razão da conexão estar ruim). Esse é um problema pouco recorrente, já que atualmente os sites têm se preocupado bastante com isso, mas pode acontecer de você pegar um cursinho que ainda não está muito bem neste aspecto.
Se as vídeo-aulas forem baixadas em arquivo, para serem assistidas depois, deve-se observar se a velocidade de download é boa, se os arquivos estão sempre disponíveis, sem erros. A mesma coisa vale para os arquivos pdf, caso as aulas sejam ministradas desta maneira.
Também não menos importante é verificar por quanto tempo os vídeos e material de apoio ficarão disponíveis para o aluno assistir ou baixar. Isso pode parecer besteira, mas já vi muito aluno se programando para assistir todas as aulas do curso em determinado período de tempo, mas no final das contas se enrolar com seu próprio cronograma, daí vencer o prazo de vencimento do cursinho, e depois perder o acesso, e não poder terminar de assistir as aulas que já pagou. Planejamento e execução são coisas importantes nessa hora, mas não seja muito agressivo no planejamento, pois cronogramas muito apertados podem sofrer desvios (atrasos), e você ficar sem o seu material de estudo.
2. Estrutura de apoio
Além da parte da plataforma, já comentado, é legal também entender como funciona a estrutura de apoio do curso, ou seja, a facilidade do uso do site, a forma de contato com professores, monitores, ou mesmo para o atendimento ao aluno-consumidor (que é normalmente utilizado quando alguma coisa dá errado, ou seja, quando você precisa falar sobre pagamento, sobre prazos, sobre cancelamentos, devoluções, etc).
Alguns sites disponibilizam atendimento online, por email ou por telefone. Com relação aos que oferecem TUDO online, é importante que você navegue bastante pelo site para verificar se tem uma interface amigável, se é fácil acessar os conteúdos, os arquivos, as aulas, se o contato com o curso é fácil, e até mesmo se possui serviços adicionais, como por exemplo um fórum entre professores ou entre os alunos, para tirar dúvidas. Existem cursos que oferecem essas facilidades, e outros não. Leve isso em consideração no momento de escolher o seu.
3. Professores
Eu tinha dito que os aspectos analisados não tinham ordem de importância, certo? Mas então vou entrar em contradição, pois vou dizer que esse é o aspecto que eu particularmente considero o mais importante de todos. O aspecto mais importante de um cursinho é o quadro de professores. Existem professores que são exclusivos de determinados cursinhos, e outros que dão aula em vários cursinhos. E o quadro de professores pode mudar de tempos em tempos, pois mesmo que um determinado professor seja "exclusivo" de determino curso numa determinada época, pode não ser mais depois. Há muita mudança e migração de professores de um cursinho para outro.
E o que você vai notar é que existem cursinhos famosos, e outros menos famosos. Mas isso não quer dizer que o cursinho famoso tenha professores bons e o cursinho menos famoso tenha professores ruins. Como falei, isso depende muito. Não faça pré-julgamento com relação a nomes de cursinhos, e vou mais além: nem mesmo com nomes de professores. Existem professores famosos muito bons, mas existem também professores não muito famosos que são excelentes.
Ah, mas você está começando a estudar agora, e não conhece nenhum cursinho, nenhum professor, e não sabe nem por onde começar... O que fazer?
Eu costumo recomendar que sejam feitas pesquisas nos principais fóruns de concurseiros (como por exemplo o CorreioWeb), bem como no Facebook e Instagram (todos os cursinhos possuem fan page e anunciam nessas plataformas), para ver o que as pessoas falam dos cursos, como avaliam os professores, etc.
Outra coisa que sempre recomendo para avaliar os professores é: assistir uma ou duas aulas de cada professor ANTES de assinar o cursinho. Uma forma de fazer isso é procurar pelo nome do professor no YouTube, pois você com certeza vai encontrar alguma aula grátis daquele professor em algum lugar, seja na página do próprio cursinho, ou na página do professor mesmo.
Algumas vezes no site do cursinho você encontra algumas aulas grátis daquele curso que quer assinar, daí você tem como assistir uma parte do conteúdo, pra saber se é bom ou ruim. Mesmo que o cursinho não disponibilize uma amostra grátis, você pode entrar em contato e solicitar acesso temporário, para decidir se quer assinar ou não.
4. Preço
Existem diferentes formas de cobrança praticadas. Alguns cursos disponibilizam todo seu conteúdo para ser assistido online, por determinado período de tempo. Outros delimitam o conteúdo a ser assistido. Na hora que a gente vai pesquisar o preço das coisas sempre queremos fazer o melhor negócio possível, que valorize ao máximo nosso investimento. Eu costumo dizer que nessas horas não é muito bom economizar, nem ficar de mesquinharia. Não que você não tenha que valorizar seu dinheiro, mas tem que pegar um curso com melhor custo/benefício possível.
Por exemplo: não adianta você comprar um curso caríssimo que te dê acesso a 100 disciplinas diferentes por 1 ano, se você está estudando apenas para o concurso da Polícia Federal, e vai utilizar uma fração muito pequena desse conteúdo.
Também não adianta comprar um curso barato demais, com uma plataforma notadamente ruim, com professores que você não achou muito bom, pois desta maneira seu estudo não vai render da forma como deveria.
São apenas exemplos para você ver que não existe certo ou errado. Também não é bom ir nos extremos (curso muito caro ou muito barato). Tudo na vida do concurseiro deve ser equilibrado. Não adianta gastar todo seu dinheiro no cursinho e não ter dinheiro sobrando para investir num bom livro de apoio, ou ter grana pra fazer simulados presenciais, pra se inscrever numa prova que pode te dar uma experiência bacana, ou mesmo fazer Coaching.
Em suma: racionalize ao máximo seus gastos, aloque seus recursos financeiros da forma mais eficiente possível, da maneira que agregará o máximo de valor e te levará mais rápido para seu objetivo final.
5. Material principal e de apoio
Aqui, cabe uma diferenciação. Tem cursinho online, por exemplo, que tem as vídeo-aulas para serem assistidas, mas disponibilizam também material em arquivo PDF para cada aula, para ser lido, antes ou depois da aula. Neste exemplo que dei, eu considero a vídeo-aula como material principal, que é o principal canal que você vai utilizar para aprender aquele conteúdo, e o material de apoio é aquele material extra, para fazer uma revisão, para rever o conteúdo aprendido no futuro, ou para ir mais a fundo naquele tema, caso você ache necessário.
Nem sempre é necessário acessar o material de apoio. Tudo depende. Depende da forma como você conseguiu absorver o conteúdo dado na vídeo-aula (se prestou atenção adequadamente, se entendeu perfeitamente o conteúdo ministrado, se ficou com alguma dúvida, etc), depende se está assistindo aquele conteúdo pela primeira vez ou não, depende da sua dificuldade naquela disciplina, e vários outros aspectos.
Eu acho legal ter um material de apoio, porém, não acredito que seja imprescindível. Se tiver, ótimo. Se não tiver, recomendo que você mesmo construa seu próprio material de apoio, ou seja, conforme vá assistindo as vídeo-aulas, vá anotando os pontos principais da matéria num caderno, montando seu próprio material de apoio e revisão.
Lembre-se sempre de escrever esse material a lápis, ou então se preferir fazer a caneta, deixe bastante espaço entre as linhas e ao final das folhas, para fazer ajustes no futuro. Isso acontece porque nem sempre a gente tem a "melhor visão possível" de determinado conteúdo aprendido já na primeira vez que tem contato com ele, de maneira que, invariavelmente, você fará mudanças na forma como anota as aulas depois que assistir aquele conteúdo uma segunda ou terceira vez, ou quando estiver revisando o conteúdo.
6. Cronograma
Verifique como o cursinho prepara seu cronograma. Alguns cursinhos já possuem todas as aulas gravadas no momento que lançam determinado curso. Outros, vão gravando as aulas e disponibilizando-as ao longo do tempo.
Existem prós e contras para cada modalidade, e isso pode impactar positiva ou negativamente você, de acordo com sua estratégia, de acordo com a proximidade com a sua prova, e outros aspectos.
Também não existe situação melhor ou pior que a outra, tudo depende da sua situação com relação ao conteúdo, com a proximidade com a prova, etc. O importante é verificar qual a reputação do cursinho com relação a aderência ao cronograma, ou seja, se costuma atrasar a entrega de aulas que ainda não foram gravadas, mudar de professor no meio do curso, demorar para disponibilizar os materiais de apoio, etc. Tudo isso pode ser verificado no momento de contratar o curso, e também através dos fóruns que já mencionei acima.
RESUMO
Dito tudo isto, não adianta você pegar um cursinho com ótima plataforma e ótima estrutura de apoio, mas com péssimos professores, ou pegar um cursinho com ótimos professores, mas com péssima plataforma, com vídeo que fica travando toda hora.
Também não adianta o cursinho ser mal gerido, atrasando a gravação/entrega das aulas, mudando professores no meio do curso, entregando material errado. Tudo isso desgasta muito a imagem do curso, e eu já vi muito aluno ficar revoltado com o curso por causa dessas coisas, e trocar de curso por causa disso.
Eu mesmo tive uma péssima experiência uma vez com relação a isso, pois fiz um curso online com alguns excelentes professores, outros muito ruins, mas que tinha uma estrutura geral péssima de atendimento. Tinha um sistema de monitoria muito fraco, que não funcionava. Simplesmente não cumpria o que prometia. No meu caso, continuei no curso até o final, mesmo com todos os problemas dele, pois existe um grande custo pessoal para o aluno ficar trocando de curso toda hora, então resolvi continuar até o fim, mesmo considerando o serviço ruim de uma forma geral. Os professores bons do cursinho acabaram me fazendo permanecer no curso, e depois eu fiz um "reforço", por conta própria, nas disciplinas que tinham professores ruins.
Espero que essa postagem tenha ajudado um pouco a definir os aspectos importantes na hora de escolher um cursinho online. Volto a dizer: não existe curso melhor que outro, existe o melhor curso pra você! O que é bom para um amigo pode não ser bom pra você. Procure conhecer o que tem no mercado e sobretudo experimentar, pedir amostras, para decidir qual a melhor opção pra você.
E o mais importante de TUDO que foi dito aqui: quem faz o curso é o aluno. A sua atitude com relação ao aprendizado é o que vai fazer você se destacar no concurso público. A etapa de aprendizado (assistir aulas) é apenas a ponta do iceberg. Procure ter uma postura de muita seriedade com relação ao aprendizado, procure cumprir o cronograma, estude da forma mais concentrada possível, pois esse é o pilar da estrutura que vai te levar à vitória final no mundo dos concursos públicos.
Se quiser, para complementar a postagem, deixe um comentário sobre quais cursinhos e professores você gosta, e porque.
Bons estudos e bons treinos! OSS!
Macacus Albinus
EQUIPE MF
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Como funciona o DEPEN
HOP!
Aos concurseiros que estão na batalha diária em busca de uma vaga no serviço público, em especial nas instituições de segurança pública, hoje vamos responde a um questionamento feito na nossa fan page pelo leitor DANIEL CORREIA.
Ele perguntou o seguinte: "Algum guerreiro do blog pode explanar um pouco mais do trabalho no Depen? As atividades dos servidores em si é um mistério, tenho interesse na carreira, mas não sei a rotina de trabalho, as responsabilidades, vantagens, etc. Ouvi "boatos" de que fazem operações como o transporte e custódia de detentos entre os estados aos quais possuem presídios federais, agem em conjunto com a PF e a Força Nacional?"
Vamos então à resposta do nosso colaborador BRAVO SIX, que já trabalhou por muitos anos no DEPEN e hoje em dia faz parte do quadro da POLÍCIA FEDERAL:
Olá, amigo! Sou veterano do grupo de estudos Missão Federal, atualmente sou Policial Federal, mas fui Agente Penitenciário Federal por vários anos, e tenho muito orgulho de ter feito parte desse importante órgão. Portanto, sinto-me habilitado para responder o seu questionamento e falar um pouco da rotina de serviço desses profissionais. Vamos lá!
Primeiramente, vamos ver a Lei que cria o cargo de Agente Penitenciário Federal, que é muito esclarecedora para entendermos o que, de fato, faz esse servidor público. A Lei a que me refiro é a nº 10.693 de 2003. Portanto, como podemos observar, trata-se de um cargo relativamente novo, comparado com as carreiras da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.
Dispõe a referida norma, em seu artigo 2º, o seguinte:
Posteriormente, as atribuições do cargo de Agente Penitenciário Federal foram alteradas pela Lei 12.269/10, chegando-se à seguinte redação:
Acredito que essa tenha sido a última alteração legislativa na carreira dos Agentes Penitenciários Federais, onde foi incluída, expressamente, a atribuição de realização de ESCOLTAS das pessoas presas. Aliás, os Agentes Penitenciários Federais fazem essas escoltas com um padrão de excelência muito grande, com um protocolo de trabalho que não fica abaixo de qualquer outra força de segurança pública brasileira. Ao contrário, é comum os Agentes Penitenciários Federais ministrarem cursos de escolta penitenciária a outras forças, além de contribuírem auxiliando na implementação de protocolos de segurança penitenciária em diversas penitenciárias brasileiras, a exemplo do Maranhão e Piauí.
Esmiuçando as outras atribuições legais, além da escolta, podemos ver que o Agente Penitenciário Federal é responsável pelas funções de atendimento, vigilância, custódia, guarda, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais federais, ou seja, recolhidas em uma das quatro penitenciárias federais existentes no Brasil (Campo Grande/MS, Catanduvas/PR, Porto Velho/RO e Mossoró/RN).
De um modo geral, as atividades realizadas pelos Agentes Penitenciários Federais assemelham-se às realizadas pelos Agentes Penitenciários Estaduais. Ou seja, trata-se mais ou menos daquele serviço de custódia do dia a dia que você assiste em filmes onde é mostrada a rotina de um presídio, com a ressalva de que no Sistema Penitenciário Federal os procedimentos são feitos com um nível de segurança muito grande. O trabalho, em regra, consiste em retirar os presos para o banho de sol diário, segundo um protocolo de trabalho previamente aprovado, encaminhar o preso para a enfermaria, advogado, oficinas de trabalho, etc.
Os Agentes Penitenciários Federais também realizam serviços administrativos nos presídios federais e na sede do órgão, em Brasília, como recursos humanos, setor financeiro, jurídico, etc. Não sei se essas atribuições já se encontram expressas em lei, mas era uma antiga e justa reivindicação da categoria.
Gostaria de ressaltar a parte de assistência e orientação ao preso. Quem pretende ingressar na carreira de Agente Penitenciário Federal (ou estadual) precisa ter em mente que será necessário assistir as pessoas recolhidas nos estabelecimentos prisionais. Significa dizer que você terá que orientar o preso, encaminhar requerimentos deles aos setores competentes, levá-lo ao encontro do advogado no parlatório, entregar um medicamento, livros, alimentação, dentre outras atividades estabelecidas nos normativos do DEPEN.
Esse vídeo abaixo, extraído do youtube, lhe dará um grande norte de como é a rotina dentro de um presídio federal. Procure outros no youtube que, certamente, você encontrará alguns:
Esse programa “Via Legal” fez uma grande reportagem sobre a rotina dos presídios federais na época. Procure no youtube que há uns 4 vídeos diferentes, alguns mostrando a parte de segurança, outros mais voltados à parte de ressocialização dos presos, etc.
Os Agentes Penitenciários Federais são responsáveis, ainda, pela segurança externa dos presídios federais e pelo perímetro de segurança. Essa é a parte que realmente se difere dos Agentes Estaduais, pois, em muitos Estados, a segurança dos presídios estaduais é realizada pela Polícia Militar.
Pois bem, nos presídios federais, quem faz tudo isso (segurança interna e externa), são os Agentes Penitenciários Federais. São eles que ficam nas torres de vigilância e nos postos de segurança, fazendo a segurança da unidade contra possíveis invasões, revistando visitantes e prestadores de serviços, operando aparelhos de raio-x, etc. Os Agentes Penitenciários Federais fazem a segurança externa fortemente armados, com pistolas e fuzis, coletes e capacetes balísticos, além de outros tipos de armamento.
Em síntese, esse é o trabalho realizado pelo Agente Penitenciário Federal, responsável pela custódia de presos de alta periculosidade, oriundos de presos de diversos cantos do país. Os vídeos sugeridos darão uma boa noção da rotina de serviço para quem pretende ingressar nessa carreira.
Gostaria de lembrar, por fim, que os presídios federais seguem um alto padrão de excelência, não havendo notícias de superlotação, resgates, fugas, rebeliões, motins, drogas, celulares, mortes, etc, desde que foram criados. Também não há denúncias de corrupção entre os agentes.
Qualquer dúvida, estarei à disposição para esclarecer!
Grande abraço,
BRAVO SIX.
Aos concurseiros que estão na batalha diária em busca de uma vaga no serviço público, em especial nas instituições de segurança pública, hoje vamos responde a um questionamento feito na nossa fan page pelo leitor DANIEL CORREIA.
Ele perguntou o seguinte: "Algum guerreiro do blog pode explanar um pouco mais do trabalho no Depen? As atividades dos servidores em si é um mistério, tenho interesse na carreira, mas não sei a rotina de trabalho, as responsabilidades, vantagens, etc. Ouvi "boatos" de que fazem operações como o transporte e custódia de detentos entre os estados aos quais possuem presídios federais, agem em conjunto com a PF e a Força Nacional?"
Vamos então à resposta do nosso colaborador BRAVO SIX, que já trabalhou por muitos anos no DEPEN e hoje em dia faz parte do quadro da POLÍCIA FEDERAL:
Olá, amigo! Sou veterano do grupo de estudos Missão Federal, atualmente sou Policial Federal, mas fui Agente Penitenciário Federal por vários anos, e tenho muito orgulho de ter feito parte desse importante órgão. Portanto, sinto-me habilitado para responder o seu questionamento e falar um pouco da rotina de serviço desses profissionais. Vamos lá!
Primeiramente, vamos ver a Lei que cria o cargo de Agente Penitenciário Federal, que é muito esclarecedora para entendermos o que, de fato, faz esse servidor público. A Lei a que me refiro é a nº 10.693 de 2003. Portanto, como podemos observar, trata-se de um cargo relativamente novo, comparado com as carreiras da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.
Dispõe a referida norma, em seu artigo 2º, o seguinte:
Art. 2º Compete aos ocupantes do cargo de Agente Penitenciário Federal o exercício das atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais federais e às dependências do Departamento de Polícia Federal.
Posteriormente, as atribuições do cargo de Agente Penitenciário Federal foram alteradas pela Lei 12.269/10, chegando-se à seguinte redação:
Art. 123. Compete aos ocupantes do cargo de Agente Penitenciário Federal o exercício das atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, escolta, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais e de internamento federais, integrantes da estrutura do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, e às dependências do Departamento de Polícia Federal.” (NR)
Acredito que essa tenha sido a última alteração legislativa na carreira dos Agentes Penitenciários Federais, onde foi incluída, expressamente, a atribuição de realização de ESCOLTAS das pessoas presas. Aliás, os Agentes Penitenciários Federais fazem essas escoltas com um padrão de excelência muito grande, com um protocolo de trabalho que não fica abaixo de qualquer outra força de segurança pública brasileira. Ao contrário, é comum os Agentes Penitenciários Federais ministrarem cursos de escolta penitenciária a outras forças, além de contribuírem auxiliando na implementação de protocolos de segurança penitenciária em diversas penitenciárias brasileiras, a exemplo do Maranhão e Piauí.
Agentes Penitenciários Federais e viatura ostensiva do DEPEN.
Imagem extraída da web. Fonte desconhecida.
De um modo geral, as atividades realizadas pelos Agentes Penitenciários Federais assemelham-se às realizadas pelos Agentes Penitenciários Estaduais. Ou seja, trata-se mais ou menos daquele serviço de custódia do dia a dia que você assiste em filmes onde é mostrada a rotina de um presídio, com a ressalva de que no Sistema Penitenciário Federal os procedimentos são feitos com um nível de segurança muito grande. O trabalho, em regra, consiste em retirar os presos para o banho de sol diário, segundo um protocolo de trabalho previamente aprovado, encaminhar o preso para a enfermaria, advogado, oficinas de trabalho, etc.
Os Agentes Penitenciários Federais também realizam serviços administrativos nos presídios federais e na sede do órgão, em Brasília, como recursos humanos, setor financeiro, jurídico, etc. Não sei se essas atribuições já se encontram expressas em lei, mas era uma antiga e justa reivindicação da categoria.
Gostaria de ressaltar a parte de assistência e orientação ao preso. Quem pretende ingressar na carreira de Agente Penitenciário Federal (ou estadual) precisa ter em mente que será necessário assistir as pessoas recolhidas nos estabelecimentos prisionais. Significa dizer que você terá que orientar o preso, encaminhar requerimentos deles aos setores competentes, levá-lo ao encontro do advogado no parlatório, entregar um medicamento, livros, alimentação, dentre outras atividades estabelecidas nos normativos do DEPEN.
Esse vídeo abaixo, extraído do youtube, lhe dará um grande norte de como é a rotina dentro de um presídio federal. Procure outros no youtube que, certamente, você encontrará alguns:
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=v-6QMxwLF4Y
Esse programa “Via Legal” fez uma grande reportagem sobre a rotina dos presídios federais na época. Procure no youtube que há uns 4 vídeos diferentes, alguns mostrando a parte de segurança, outros mais voltados à parte de ressocialização dos presos, etc.
Os Agentes Penitenciários Federais são responsáveis, ainda, pela segurança externa dos presídios federais e pelo perímetro de segurança. Essa é a parte que realmente se difere dos Agentes Estaduais, pois, em muitos Estados, a segurança dos presídios estaduais é realizada pela Polícia Militar.
Pois bem, nos presídios federais, quem faz tudo isso (segurança interna e externa), são os Agentes Penitenciários Federais. São eles que ficam nas torres de vigilância e nos postos de segurança, fazendo a segurança da unidade contra possíveis invasões, revistando visitantes e prestadores de serviços, operando aparelhos de raio-x, etc. Os Agentes Penitenciários Federais fazem a segurança externa fortemente armados, com pistolas e fuzis, coletes e capacetes balísticos, além de outros tipos de armamento.
Imagem de Agentes Penitenciários Federais realizando a segurança externa a partir das torres de observação e vigilância. Imagem extraída da web. Fonte desconhecida.
Em síntese, esse é o trabalho realizado pelo Agente Penitenciário Federal, responsável pela custódia de presos de alta periculosidade, oriundos de presos de diversos cantos do país. Os vídeos sugeridos darão uma boa noção da rotina de serviço para quem pretende ingressar nessa carreira.
Gostaria de lembrar, por fim, que os presídios federais seguem um alto padrão de excelência, não havendo notícias de superlotação, resgates, fugas, rebeliões, motins, drogas, celulares, mortes, etc, desde que foram criados. Também não há denúncias de corrupção entre os agentes.
Qualquer dúvida, estarei à disposição para esclarecer!
Grande abraço,
BRAVO SIX.
Como funciona o DEPEN
HOP!
Aos concurseiros que estão na batalha diária em busca de uma vaga no serviço público, em especial nas instituições de segurança pública, hoje vamos responde a um questionamento feito na nossa fan page pelo leitor DANIEL CORREIA.
Ele perguntou o seguinte: "Algum guerreiro do blog pode explanar um pouco mais do trabalho no Depen? As atividades dos servidores em si é um mistério, tenho interesse na carreira, mas não sei a rotina de trabalho, as responsabilidades, vantagens, etc. Ouvi "boatos" de que fazem operações como o transporte e custódia de detentos entre os estados aos quais possuem presídios federais, agem em conjunto com a PF e a Força Nacional?"
Vamos então à resposta do nosso colaborador BRAVO SIX, que já trabalhou por muitos anos no DEPEN e hoje em dia faz parte do quadro da POLÍCIA FEDERAL:
Olá, amigo! Sou veterano do grupo de estudos Missão Federal, atualmente sou Policial Federal, mas fui Agente Penitenciário Federal por vários anos, e tenho muito orgulho de ter feito parte desse importante órgão. Portanto, sinto-me habilitado para responder o seu questionamento e falar um pouco da rotina de serviço desses profissionais. Vamos lá!
Primeiramente, vamos ver a Lei que cria o cargo de Agente Penitenciário Federal, que é muito esclarecedora para entendermos o que, de fato, faz esse servidor público. A Lei a que me refiro é a nº 10.693 de 2003. Portanto, como podemos observar, trata-se de um cargo relativamente novo, comparado com as carreiras da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.
Dispõe a referida norma, em seu artigo 2º, o seguinte:
Posteriormente, as atribuições do cargo de Agente Penitenciário Federal foram alteradas pela Lei 12.269/10, chegando-se à seguinte redação:
Acredito que essa tenha sido a última alteração legislativa na carreira dos Agentes Penitenciários Federais, onde foi incluída, expressamente, a atribuição de realização de ESCOLTAS das pessoas presas. Aliás, os Agentes Penitenciários Federais fazem essas escoltas com um padrão de excelência muito grande, com um protocolo de trabalho que não fica abaixo de qualquer outra força de segurança pública brasileira. Ao contrário, é comum os Agentes Penitenciários Federais ministrarem cursos de escolta penitenciária a outras forças, além de contribuírem auxiliando na implementação de protocolos de segurança penitenciária em diversas penitenciárias brasileiras, a exemplo do Maranhão e Piauí.
Esmiuçando as outras atribuições legais, além da escolta, podemos ver que o Agente Penitenciário Federal é responsável pelas funções de atendimento, vigilância, custódia, guarda, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais federais, ou seja, recolhidas em uma das quatro penitenciárias federais existentes no Brasil (Campo Grande/MS, Catanduvas/PR, Porto Velho/RO e Mossoró/RN).
De um modo geral, as atividades realizadas pelos Agentes Penitenciários Federais assemelham-se às realizadas pelos Agentes Penitenciários Estaduais. Ou seja, trata-se mais ou menos daquele serviço de custódia do dia a dia que você assiste em filmes onde é mostrada a rotina de um presídio, com a ressalva de que no Sistema Penitenciário Federal os procedimentos são feitos com um nível de segurança muito grande. O trabalho, em regra, consiste em retirar os presos para o banho de sol diário, segundo um protocolo de trabalho previamente aprovado, encaminhar o preso para a enfermaria, advogado, oficinas de trabalho, etc.
Os Agentes Penitenciários Federais também realizam serviços administrativos nos presídios federais e na sede do órgão, em Brasília, como recursos humanos, setor financeiro, jurídico, etc. Não sei se essas atribuições já se encontram expressas em lei, mas era uma antiga e justa reivindicação da categoria.
Gostaria de ressaltar a parte de assistência e orientação ao preso. Quem pretende ingressar na carreira de Agente Penitenciário Federal (ou estadual) precisa ter em mente que será necessário assistir as pessoas recolhidas nos estabelecimentos prisionais. Significa dizer que você terá que orientar o preso, encaminhar requerimentos deles aos setores competentes, levá-lo ao encontro do advogado no parlatório, entregar um medicamento, livros, alimentação, dentre outras atividades estabelecidas nos normativos do DEPEN.
Esse vídeo abaixo, extraído do youtube, lhe dará um grande norte de como é a rotina dentro de um presídio federal. Procure outros no youtube que, certamente, você encontrará alguns:
Esse programa “Via Legal” fez uma grande reportagem sobre a rotina dos presídios federais na época. Procure no youtube que há uns 4 vídeos diferentes, alguns mostrando a parte de segurança, outros mais voltados à parte de ressocialização dos presos, etc.
Os Agentes Penitenciários Federais são responsáveis, ainda, pela segurança externa dos presídios federais e pelo perímetro de segurança. Essa é a parte que realmente se difere dos Agentes Estaduais, pois, em muitos Estados, a segurança dos presídios estaduais é realizada pela Polícia Militar.
Pois bem, nos presídios federais, quem faz tudo isso (segurança interna e externa), são os Agentes Penitenciários Federais. São eles que ficam nas torres de vigilância e nos postos de segurança, fazendo a segurança da unidade contra possíveis invasões, revistando visitantes e prestadores de serviços, operando aparelhos de raio-x, etc. Os Agentes Penitenciários Federais fazem a segurança externa fortemente armados, com pistolas e fuzis, coletes e capacetes balísticos, além de outros tipos de armamento.
Em síntese, esse é o trabalho realizado pelo Agente Penitenciário Federal, responsável pela custódia de presos de alta periculosidade, oriundos de presos de diversos cantos do país. Os vídeos sugeridos darão uma boa noção da rotina de serviço para quem pretende ingressar nessa carreira.
Gostaria de lembrar, por fim, que os presídios federais seguem um alto padrão de excelência, não havendo notícias de superlotação, resgates, fugas, rebeliões, motins, drogas, celulares, mortes, etc, desde que foram criados. Também não há denúncias de corrupção entre os agentes.
Qualquer dúvida, estarei à disposição para esclarecer!
Grande abraço,
BRAVO SIX.
Aos concurseiros que estão na batalha diária em busca de uma vaga no serviço público, em especial nas instituições de segurança pública, hoje vamos responde a um questionamento feito na nossa fan page pelo leitor DANIEL CORREIA.
Ele perguntou o seguinte: "Algum guerreiro do blog pode explanar um pouco mais do trabalho no Depen? As atividades dos servidores em si é um mistério, tenho interesse na carreira, mas não sei a rotina de trabalho, as responsabilidades, vantagens, etc. Ouvi "boatos" de que fazem operações como o transporte e custódia de detentos entre os estados aos quais possuem presídios federais, agem em conjunto com a PF e a Força Nacional?"
Vamos então à resposta do nosso colaborador BRAVO SIX, que já trabalhou por muitos anos no DEPEN e hoje em dia faz parte do quadro da POLÍCIA FEDERAL:
Olá, amigo! Sou veterano do grupo de estudos Missão Federal, atualmente sou Policial Federal, mas fui Agente Penitenciário Federal por vários anos, e tenho muito orgulho de ter feito parte desse importante órgão. Portanto, sinto-me habilitado para responder o seu questionamento e falar um pouco da rotina de serviço desses profissionais. Vamos lá!
Primeiramente, vamos ver a Lei que cria o cargo de Agente Penitenciário Federal, que é muito esclarecedora para entendermos o que, de fato, faz esse servidor público. A Lei a que me refiro é a nº 10.693 de 2003. Portanto, como podemos observar, trata-se de um cargo relativamente novo, comparado com as carreiras da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.
Dispõe a referida norma, em seu artigo 2º, o seguinte:
Art. 2º Compete aos ocupantes do cargo de Agente Penitenciário Federal o exercício das atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais federais e às dependências do Departamento de Polícia Federal.
Posteriormente, as atribuições do cargo de Agente Penitenciário Federal foram alteradas pela Lei 12.269/10, chegando-se à seguinte redação:
Art. 123. Compete aos ocupantes do cargo de Agente Penitenciário Federal o exercício das atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, escolta, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais e de internamento federais, integrantes da estrutura do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, e às dependências do Departamento de Polícia Federal.” (NR)
Acredito que essa tenha sido a última alteração legislativa na carreira dos Agentes Penitenciários Federais, onde foi incluída, expressamente, a atribuição de realização de ESCOLTAS das pessoas presas. Aliás, os Agentes Penitenciários Federais fazem essas escoltas com um padrão de excelência muito grande, com um protocolo de trabalho que não fica abaixo de qualquer outra força de segurança pública brasileira. Ao contrário, é comum os Agentes Penitenciários Federais ministrarem cursos de escolta penitenciária a outras forças, além de contribuírem auxiliando na implementação de protocolos de segurança penitenciária em diversas penitenciárias brasileiras, a exemplo do Maranhão e Piauí.
Agentes Penitenciários Federais e viatura ostensiva do DEPEN.
Imagem extraída da web. Fonte desconhecida.
De um modo geral, as atividades realizadas pelos Agentes Penitenciários Federais assemelham-se às realizadas pelos Agentes Penitenciários Estaduais. Ou seja, trata-se mais ou menos daquele serviço de custódia do dia a dia que você assiste em filmes onde é mostrada a rotina de um presídio, com a ressalva de que no Sistema Penitenciário Federal os procedimentos são feitos com um nível de segurança muito grande. O trabalho, em regra, consiste em retirar os presos para o banho de sol diário, segundo um protocolo de trabalho previamente aprovado, encaminhar o preso para a enfermaria, advogado, oficinas de trabalho, etc.
Os Agentes Penitenciários Federais também realizam serviços administrativos nos presídios federais e na sede do órgão, em Brasília, como recursos humanos, setor financeiro, jurídico, etc. Não sei se essas atribuições já se encontram expressas em lei, mas era uma antiga e justa reivindicação da categoria.
Gostaria de ressaltar a parte de assistência e orientação ao preso. Quem pretende ingressar na carreira de Agente Penitenciário Federal (ou estadual) precisa ter em mente que será necessário assistir as pessoas recolhidas nos estabelecimentos prisionais. Significa dizer que você terá que orientar o preso, encaminhar requerimentos deles aos setores competentes, levá-lo ao encontro do advogado no parlatório, entregar um medicamento, livros, alimentação, dentre outras atividades estabelecidas nos normativos do DEPEN.
Esse vídeo abaixo, extraído do youtube, lhe dará um grande norte de como é a rotina dentro de um presídio federal. Procure outros no youtube que, certamente, você encontrará alguns:
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=v-6QMxwLF4Y
Esse programa “Via Legal” fez uma grande reportagem sobre a rotina dos presídios federais na época. Procure no youtube que há uns 4 vídeos diferentes, alguns mostrando a parte de segurança, outros mais voltados à parte de ressocialização dos presos, etc.
Os Agentes Penitenciários Federais são responsáveis, ainda, pela segurança externa dos presídios federais e pelo perímetro de segurança. Essa é a parte que realmente se difere dos Agentes Estaduais, pois, em muitos Estados, a segurança dos presídios estaduais é realizada pela Polícia Militar.
Pois bem, nos presídios federais, quem faz tudo isso (segurança interna e externa), são os Agentes Penitenciários Federais. São eles que ficam nas torres de vigilância e nos postos de segurança, fazendo a segurança da unidade contra possíveis invasões, revistando visitantes e prestadores de serviços, operando aparelhos de raio-x, etc. Os Agentes Penitenciários Federais fazem a segurança externa fortemente armados, com pistolas e fuzis, coletes e capacetes balísticos, além de outros tipos de armamento.
Imagem de Agentes Penitenciários Federais realizando a segurança externa a partir das torres de observação e vigilância. Imagem extraída da web. Fonte desconhecida.
Em síntese, esse é o trabalho realizado pelo Agente Penitenciário Federal, responsável pela custódia de presos de alta periculosidade, oriundos de presos de diversos cantos do país. Os vídeos sugeridos darão uma boa noção da rotina de serviço para quem pretende ingressar nessa carreira.
Gostaria de lembrar, por fim, que os presídios federais seguem um alto padrão de excelência, não havendo notícias de superlotação, resgates, fugas, rebeliões, motins, drogas, celulares, mortes, etc, desde que foram criados. Também não há denúncias de corrupção entre os agentes.
Qualquer dúvida, estarei à disposição para esclarecer!
Grande abraço,
BRAVO SIX.
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